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Correio da Manhã

Colunistas
4 de Dezembro de 2016 às 00:30
No passado dia 28 de novembro foi publicado o decreto-lei 81/2016 que cria na Polícia Judiciária (PJ) a UNC3T (Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica).

A UNC3T foi pensada com vista à prevenção e repressão de ataques digitais (Cibercrime e Ciberterrorismo, p.e.) e à recolha de Cyber-Intelligence.

Tendo em conta o seu propósito e uma génese associada à também razão de ciência que decorre da missão da PJ, a UNC3T foi inspirada num modelo instituído na EUROPOL denominado EC3 (European Cybercrime Center), com vista a facilitar a articulação entre os nossos congéneres internacionais.

Este foi um investimento do atual Ministério da Justiça, que reconhecemos e enaltecemos como uma visão voltada para o futuro no combate ao cibercrime e às ciberameaças.

Haverá sempre muito ainda por fazer, mas com ponderação, razão de estratégia e engenho, a Polícia Judiciária, não esquecendo a sua História e aqueles que a fizeram, caminha determinada para uma organização voltada para uma nova era e para novas realidades criminais nacionais e transnacionais.

Agradeceremos sempre a vossa confiança e reconhecimento pelo nosso trabalho, que é para vós, nossos concidadãos.
Ricardo Valadas opinião
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