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Correio da Manhã

Opinião
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Mário Nogueira

Janeiro, 26!

O relatório conjunto de governo e FMI, com medidas para cortar 4000 milhões nas funções sociais do Estado, elege a Escola Pública e os Professores como alvos a abater, declarando -lhes guerra

Mário Nogueira 16 de Janeiro de 2013 às 01:00

Pôr na rua 50 000 docentes, degradar condições e agravar horários de trabalho, cortar ainda mais as remunerações e entregar a privados o que é público são propostas que, vindas de quem vêm, não surpreendem. Talvez a violência da dimensão prevista seja a única novidade.

O FMI, agência internacional de terrorismo social, e o governo português, cuja ilegitimidade decorre da imposição de medidas contrárias aos compromissos que assumiu para chegar à governação, entendem-se na destruição da Escola Pública e, assim, atentam perigosamente contra o futuro de Portugal.

Nunca, como hoje, foi tão importante afirmar que "O FMI não manda aqui" e "Está na hora, está na hora d'o governo ir embora". Os Professores irão repeti-lo em 26 de janeiro, unidos e determinados em defesa da Escola Pública, da sua Profissão e do futuro do país que é seu!

mário nogueira correio da educação
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