Futebol;


Palavras fortes, sim. E palavras impensáveis antes da derrota do PS nas europeias.Fatalmente, a derrota mudou as regras e Costa sabe que a sua sobrevivência (em Lisboa e no PS) passa por renegar o Governo, de que ele, convém lembrar, foi destacado membro. Duvido que funcione. A traição, como alguém dizia, pode ser uma mera questão de datas. Mas o gesto de Costa é, sobretudo, uma questão de medo: o medo de ser varrido em Outubro por uma maré que pode começar em Setembro. Mau sinal.
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