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Correio da Manhã

Política

Álvaro Amaro paga caução e toma posse como eurodeputado

Ex-autarca foi ouvido num processo em que se investigam fraudes na contratação pública.
Luís Oliveira 2 de Julho de 2019 às 08:47
Social-democrata e ex-presidente da Câmara da Guarda foi obrigado a pagar uma caução no montante de 40 mil euros
Álvaro Amaro
Álvaro Amaro
Álvaro Amaro
Social-democrata e ex-presidente da Câmara da Guarda foi obrigado a pagar uma caução no montante de 40 mil euros
Álvaro Amaro
Álvaro Amaro
Álvaro Amaro
Social-democrata e ex-presidente da Câmara da Guarda foi obrigado a pagar uma caução no montante de 40 mil euros
Álvaro Amaro
Álvaro Amaro
Álvaro Amaro
O ex-presidente da Câmara da Guarda foi esta segunda-feira ouvido por um juiz como arguido no processo Rota Final, num caso de alegado esquema fraudulento de contratação pública que envolve autarquias e uma empresa de transporte.

Álvaro Amaro saiu do Tribunal de Viseu em liberdade, com termo de identidade de residência e obrigado a pagar uma caução de 40 mil euros.

Assim, Álvaro Amaro já pode tomar hoje posse como eurodeputado, conforme fez questão de salientar o seu advogado, Castanheira Neves.

"Amanhã [hoje], às 10h00, o senhor Álvaro Amaro tomará posse como eurodeputado em Estrasburgo", frisou o advogado, reforçando a ideia de que o arguido não vai fazer uso da imunidade parlamentar.

"Jamais utilizará qualquer prerrogativa atinente à imunidade parlamentar", disse.

Alegando "segredo de justiça", o advogado negou-se a dizer os crimes de que está acusado o ex-autarca do PSD, garantindo no entanto que "não há indício de qualquer crime de corrupção" envolvendo o seu constituinte.

O processo Rota Final resultou de uma investigação da Polícia Judiciária sobre um alegado esquema fraudulento de viciação de procedimentos de contratação pública envolvendo transportes públicos.

PORMENORES 
Medidas de coação
Além da caução de 40 mil euros, Álvaro Amaro ficou com termo de identidade e residência e proibido de contactar com outros arguidos do processo.

Outros arguidos
São também arguidos neste processo o ex-presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, um funcionário desta autarquia, o ex-presidente da Câmara de Armamar e um administrador da empresa Transdev.

Investigação
A 12 de junho a PJ fez buscas em 18 câmaras do Norte e Centro do País e na Transdev.
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