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Correio da Manhã

Política
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Ministro da Educação defende que o OE2020 "é o mais robusto" dos últimos cinco anos

Tiago Brandão Rodrigues destaca mais 1.305 euros por aluno do que em 2015.
Lusa 17 de Janeiro de 2020 às 16:55
Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação
Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação
Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues
Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação
Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação
O ministro da Educação defendeu esta sexta-feira no parlamento que o Orçamento do Estado para 2020 "é o mais robusto" dos últimos cinco anos, sublinhando o aumento do investimento de mais 1.305 euros por aluno do que em 2015.

Apesar de as escolas terem hoje menos alunos, as verbas para a Educação voltam a aumentar pelo quinto ano consecutivo, sublinhou esta sexta-feira o ministro Tiago Brandão Rodrigues, durante a audição parlamentar conjunta das comissões de Orçamento e Finanças e da Educação sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2020 (OE2020).

Tiago Brandão Rodrigues apontou o aumento gradual de verbas da sua tutela que, com o orçamento previsto para este ano, se traduzirá "num aumento superior a 15% face a 2015".

"Em 2020 investimos mais 1.305 euros em cada um dos nossos alunos do que em 2015. Um aumento de quase 30%. No caso dos profissionais da educação, tivemos um aumento de 20%, depois de um decréscimo de 17% nos quatro anos anteriores", afirmou Tiago Brandão Rodrigues.

No total, as verbas da Educação subiram de 5.642 milhões de euros em 2015 para 6.516 milhões de euros de investimento, segundo números apresentados esta sexta-feira pelo ministro.

"Ao longo destes quase quatro anos foi possível repor quase 900 milhões de euros no orçamento que, anualmente, serve a excelência do serviço nacional de educação, o que traduz um aumento sucessivo superior a 15% face a 2015", destacou o ministro que olha para a Educação como "motor fulcral no esforço nacional de combate às desigualdades sociais".

"Um orçamento que segue a promoção de uma escola exigente, que promove o sucesso e previne o insucesso", defendeu, lembrando o projeto de não deixar nenhum aluno para trás e dando como exemplo a redução do abandono escolar precoce de 10% nos primeiros três trimestres de 2019.

Numa comparação com os valores do início do anterior mandato, o ministro apontou ainda o aumento de quase 3% no pré-escolar e "quase 3% suplementares serão alocados à educação inclusiva".

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