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Política
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Ao minuto Atualizado às 02:37 | 19/01

Marcelo admite "cansaço" dos portugueses mas pede: "É um problema de todos. Façam um esforço adicional"

Octávio Ribeiro, Director Geral Editorial do CM/CMTV, entrevistou Marcelo Rebelo de Sousa.
Correio da Manhã 18 de Janeiro de 2021 às 14:56
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Octávio Ribeiro entrevista Marcelo Rebelo de Sousa, hoje, na CMTV
Octávio Ribeiro, Director Geral Editorial do CM/CMTV, entrevistou esta segunda-feira Marcelo Rebelo de Sousa, candidato às eleições Presidenciais. 

O candidato é o sétimo entrevistado da série de entrevistas aos vários políticos que disputam a corrida à Presidência da República.
Ao minuto Atualizado a 19 de jan de 2021 | 02:37
20:44 | 18/01
"Ultrapassou todas as expectativas", respondeu Marcelo Rebelo de Sousa relativamente àquestão de Octávio Ribeiro sobre o voto antecipado, que ocorreu este domingo em todo o País.
20:38 | 18/01
"Há possibilidade de se perceber os surtos", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa relativamente ao facto das escolas manterem as portas abertas durante este segundo confinamento geral.

Sobre o encerramento das escolas, Marcelo diz que é a favor que se mantenham os estabelecimentos de ensino abertos: "atropelar mais este ano letivo seria dramático".
20:34 | 18/01
"Este confinamento é menos intenso que em março", realçou Marcelo Rebelo de Sousa, dizendo que se têm de tomar medidas mais restritivas aos fins de semana.

"É um problema de todos. Façam um esforço adicional", apelou o recandidato às Presidenciais de 2021.

20:29 | 18/01
Marcelo Rebelo de Sousa relaciona o "cansaço" dos portugueses e a ideia que este é um vírus "dos velhinhos" ao aumentos dos casos de Covid-19.
20:28 | 18/01
"Por definição o Presidente da República é quem tem mais culpa", disse esta segunda-feira o Marcelo sobre a evolução da Covid-19 em Portugal.

Marcelo Rebelo de Sousa avançou ainda que as medidas relativamente às celebrações de Natal não foram cumpridas. "Olhando para trás, não funcionou o pacto de confiança", avançou Marcelo.

A decisão [do Natal] foi decisão conjunta, diz o recandidato, dizendo que "não funcionou o pacto de confiança" com os portugueses na época do natal e Ano Novo. "Correu mal", admite Marcelo Rebelo de Sousa.

"A minha sensação é que nos dois últimos dias da ponte de fim de ano já não havia rigor da parte dos portugueses".

Marcelo admite, no entanto, que se não houvesse Estado de Emergência "tudo seria pior".


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