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Correio da Manhã

Portugal
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Comerciantes da Quinta do Conde com receio de assaltos

“Sinto-me insegura ao ouvir falar dos roubos. Antes, a GNR estava mais próxima”, desabafa comerciante de freguesia de Sesimbra.
Sofia Garcia 16 de Fevereiro de 2020 às 09:50
População da Quinta do Conde recorda onda de assaltos cometidos por homem de fato e gravata
Luísa Serrano
Marta Balsinha, comerciante
População da Quinta do Conde recorda onda de assaltos cometidos por homem de fato e gravata
Luísa Serrano
Marta Balsinha, comerciante
População da Quinta do Conde recorda onda de assaltos cometidos por homem de fato e gravata
Luísa Serrano
Marta Balsinha, comerciante
A freguesia da Quinta do Conde, no concelho de Sesimbra, é afetada por vagas de assaltos que acontecem de tempos a tempos e que são uma constante preocupação para os comerciantes da zona. "Sinto-me insegura quando oiço falar de roubos na vizinhança.

A semana passada uma papelaria foi assaltada. Antes, a GNR estava mais próxima dos comerciantes", diz ao CM Luísa Serrano.
Proprietária de uma das papelarias mais antigas da Quinta do Conde, Luísa recorda a manhã em que, há cerca de três anos, um homem vestido de fato e gravata, assaltou vários estabelecimentos comerciais na avenida da Liberdade.

"Não demos por nada. Ele entrou a falar ao telemóvel, fez-nos mostrar uma data de material para afastar a minha filha da bancada da EDP e tirou dezenas de euros. Só ao final do dia é que nos demos conta, ao fazer as contas", descreve Luísa Serrano. Apesar de não ter sido violento, o furto causou preocupação aos moradores.

"Estava sozinha quando um homem entrou na loja"
"Estava sozinha quando entra um homem que, muito arrogante, quer saber o preço dos artigos e pede para ir lá dentro. Eu digo que não há lá nada, mas ele insiste e eu tento travá-lo. De repente sai da loja. Tive muito medo", diz ao CM Marta Balsinha, que gere uma loja de esquentadores.

"Levaram a moto do meu irmão"
Marta Balsinha conta ainda que a casa onde vive, também na Quinta do Conde, já foi assaltada. "Entraram durante a noite e roubaram uma moto valiosa, do meu irmão. Nós é que recuperámos a moto porque, se fosse à conta da GNR, ainda hoje não a tínhamos", remata a jovem.
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