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Correio da Manhã

Portugal

Dois milhões de euros em obras para evitar tragédia na Marginal

Câmara de Cascais alerta para risco de desabamento iminente. Faixa da direita vai continuar encerrada ao trânsito.
Pedro Ramos Bichardo 20 de Novembro de 2019 às 08:37
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Avenida Marginal em Cascais reabre amanhã após degradação de paredão entre S. Pedro e a Parede
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Avenida Marginal em Cascais reabre amanhã após degradação de paredão entre S. Pedro e a Parede
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Vista do buraco no muro do paredão junto ao mar e Avenida Marginal
Avenida Marginal em Cascais reabre amanhã após degradação de paredão entre S. Pedro e a Parede
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
Degradação do paredão na Avenida Marginal
O perigo de derrocada condiciona o trânsito na Avenida Marginal (EN6), entre as praias de São Pedro e Parede, em Cascais, desde a noite de segunda-feira.

A motivar o corte da circulação está o estado de degradação do paredão, que se estende ao longo de 300 metros, e revela buracos com cerca de quatro metros, por cinco de largura. O cenário é mais grave junto ao cruzamento dos semáforos da Parede, onde uma ‘cratera’ está a centímetros da estrada.

"É um vazio dentro da própria muralha, que afeta o terreno e poderá levar a algum desabamento, colocando em causa a segurança", explicou ao CM o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, que visitou esta terça-feira o local, acompanhado por elementos da Proteção Civil, Agência Portuguesa do Ambiente e Polícia Marítima, onde garantiu que as obras vão arrancar de imediato. A forte agitação marítima, prevista para os próximos dias, deixa as autoridades em alerta.

A faixa mais à direita (sentido Cascais – Lisboa) vai continuar condicionada "até que as condições de segurança estejam garantidas", o que só deverá acontecer dentro de quatro a cinco dias, antevê Carlos Carreiras. A requalificação custa, numa primeira fase, 120 mil euros, para preenchimento dos buracos no paredão. A segunda etapa, para consolidação do terreno e da própria muralha, custará dois milhões de euros.

"Importa referir que esta muralha não suporta diretamente a Estrada Marginal, cuja plataforma rodoviária assenta num maciço rochoso calcário que mantém a sua integridade", informa, em comunicado, a Infraestruturas de Portugal.
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