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Correio da Manhã

Portugal
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Tempestade ‘Glória’ semeia destruição no Centro do País

Uma mulher ficou ferida devido a acidente provocado por queda de árvore na estrada na zona de Tondela.
Alexandre Salgueiro, Paula Gonçalves e Tiago Virgílio Pereira 21 de Janeiro de 2020 às 08:42
Vento arrancou cobertura de um prédio em Coimbra
Queda de árvore cortou estrada em Lourosa
Eucalipto centenário foi derrubado na Covilhã
Carros danificados em Coimbra
Condutora de 75 anos gravemente ferida após carro ter sido atingido por um pinheiro
Vento arrancou cobertura de um prédio em Coimbra
Queda de árvore cortou estrada em Lourosa
Eucalipto centenário foi derrubado na Covilhã
Carros danificados em Coimbra
Condutora de 75 anos gravemente ferida após carro ter sido atingido por um pinheiro
Vento arrancou cobertura de um prédio em Coimbra
Queda de árvore cortou estrada em Lourosa
Eucalipto centenário foi derrubado na Covilhã
Carros danificados em Coimbra
Condutora de 75 anos gravemente ferida após carro ter sido atingido por um pinheiro

A tempestade ‘Glória’ chegou esta segunda-feira em força ao País e foi responsável por milhares de quedas de árvores, telhados e estruturas.

O caso mais grave aconteceu  na estrada que liga Tondela a Carregal do Sal. Uma árvore caiu no momento em que uma mulher de 75 anos passava de carro, que se despistou e embateu numa carrinha. A única ocupante sofreu ferimentos graves. A Proteção Civil registou mais de cem ocorrências relacionadas com quedas de árvores em Viseu.  

A Proteção Civil de Castelo Branco registou 78 ocorrências relativas a quedas de árvores. A zona da Covilhã foi uma das mais fustigadas pelo vento, que partiu e arrancou centenas de árvores, incluindo um eucalipto centenário com três metros de diâmetro em Erada que, tal como Paul e Unhais da Serra, ficou sem luz e comunicações durante mais de 16 horas.

Em Coimbra, onde se registaram mais de 200 ocorrências, o vento arrancou a cobertura de um prédio, na Pedrulha, que danificou pelos menos seis carros. Na universidade, vários veículos sofreram também danos.

Cheias causam 3,9 milhões de prejuízo
O ministério da Agricultura estima que os prejuízos causados pelas cheias no rio Mondego, há cerca de um mês, provocaram prejuízos aos agricultores de cerca de quatro milhões de euros.

Segundo adiantou esta segunda-feira o ministério à RR, no Baixo Mondego o balanço provisório da passagem das depressões ‘Fabian’ e ‘Elsa’ aponta para três milhões e 900 mil euros de prejuízo. Destes, mais de três milhões de euros serão para apoio às explorações de pecuária, plantações e também para a reconstrução de estruturas rurais que foram destruídas pelo mau tempo.

O restante dinheiro mil euros será canalizado para trabalhos de drenagem, limpezas do rio Mondego e reposição e sustentação dos solos. Recorde-se que vários diques foram destruídos.

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