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Correio da Manhã

Portugal
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Defesa dá acesso à saúde a 500 mil ex-combatentes

EMGFA vai passar a ser responsável por gerir o setor.
António Sérgio Azenha 24 de Setembro de 2020 às 08:22
Novo estatuto ajuda 200 mil ex-combatentes
Marcelo Rebelo de Sousa assinalou ontem vários aniversários dedicados aos militares e ex-combatentes
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A reestruturação do Sistema de Saúde Militar vai permitir que 500 mil antigos combatentes passem a ter acesso ao sistema de saúde das Forças Armadas. Num despacho assinado em 1 de setembro, a que o CM teve acesso, o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, afirma que, no âmbito da reestruturação do Sistema de Saúde Militar (SSN), "deve ser dada especial prioridade à possibilidade de os antigos combatentes poderem usufruir" do SSN. A concretização desta medida corresponde a uma antiga reivindicação dos antigos combatentes.

Neste momento, apenas os antigos combatentes deficientes das Forças Armadas beneficiam do acesso ao Sistema de Saúde Militar. Os restantes antigos combatentes têm de recorrer ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

No despacho, o ministro da Defesa refere que aprova "genericamente" as propostas apresentadas pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), almirante Silva Ribeiro. No futuro, a gestão do Sistema de Saúde Militar será centralizada na Direção de Saúde Militar, que pertence ao Estado-Maior-General das Forças Armadas.
Forças Armadas João Gomes Cravinho SSN Forças Armadas política defesa
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