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Correio da Manhã

Portugal
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Adiada sentença de acusado de matar a mulher a tiro em Macedo de Cavaleiros

Nova sessão do julgamento foi marcada para a próxima quinta-feira.
Lusa 15 de Janeiro de 2018 às 18:11
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A sentença do individuo acusado de matar a mulher a tiros de caçadeira, em plena rua, em Macedo de Cavaleiros, foi esta segunda-feira adiada e marcada nova sessão do julgamento para quinta-feira.

O coletivo de juízes decidiu fazer alterações "não substanciais dos factos" que obrigam a dar um prazo à defesa do arguido para se pronunciar, tendo ficado marcada nova sessão para as 16h00 de quinta-feira, durante a qual poderá ser conhecida a decisão judicial sobre o caso.

A sentença estava marcada para as 14h00 desta segunda-feira no Tribunal de Macedo de Cavaleiros, foi adiada para as 16h30 e uma hora mais tarde os juízes entraram na sala de audiências para dar a conhecer os novos desenvolvimentos.

O alegado homicida, de 60 anos, está detido, em prisão preventiva, desde a altura do crime, que ocorreu ao início da noite de 13 de janeiro de 2017, quando a mulher, de 55 anos, saiu do trabalho em direção a casa e foi baleada.

O indivíduo está a ser julgado pelos crimes de homicídio qualificado, detenção de arma proibida e violência doméstica.

A mulher do arguido foi encontrada sem vida, na rua, junto a uma rotunda, atingida com dois tiros de caçadeira.

As autoridades terão sido alertadas por vizinhos e o marido apontado imediatamente como suspeito, tendo abandonado o local do crime.

O indivíduo barricou-se numa garagem junto ao apartamento onde vivia e ter-se-á automutilado com uma machada, segundo indicou, na altura dos factos, a GNR, que acabou por conseguir detê-lo.

O casal estaria em processo de divórcio devido a violência doméstica, alegadamente praticada pelo indivíduo contra a mulher, mas ambos continuaram a viver na mesma casa, de acordo com testemunhos de familiares da vítima à Comunicação Social.

A situação de violência doméstica já estaria referenciada pelas autoridades que pouco tempo antes do homicídio tinham apreendido armas ao alegado homicida.
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