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Correio da Manhã

Portugal
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Alegações por escrito atrasam caso da morte de Marco Ficini

Processo tem 22 arguidos.
Miguel Curado 13 de Julho de 2020 às 08:24
Marco Ficini tinha 41 anos
Luís Pina à saída do Tribunal Criminal de Lisboa, onde está a ser julgado pela morte
Marco Ficini tinha 41 anos
Luís Pina à saída do Tribunal Criminal de Lisboa, onde está a ser julgado pela morte
Marco Ficini tinha 41 anos
Luís Pina à saída do Tribunal Criminal de Lisboa, onde está a ser julgado pela morte
A recusa de alguns advogados de defesa em fazerem as alegações finais do processo que julga a morte, por atropelamento, do adepto italiano do Sporting Marco Ficini, ocorrida em 2017, deixou o processo parado. O caso tem 22 arguidos.

Ao que o CM apurou, durante a interrupção dos julgamentos devido à Covid-19, o juiz Francisco Henriques propôs que as alegações finais fossem feitas por escrito, em vez de presencialmente.

Vários advogados, incluindo Melo Alves, defensor de Luís Pina (acusado de ser o autor do atropelamento mortal de Marco Ficini, de 41 anos), alegaram que esta situação contraria a lei, que obriga a que as alegações finais do Ministério Público e dos advogados decorram de forma presencial. Por isso, recusaram a proposta feita pelo coletivo de juízes. Permanece, assim, por marcar a próxima sessão do processo, que decorre no Campus de Justiça, em Lisboa.

Marco Ficini Sporting questões sociais crime lei e justiça julgamentos
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