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Correio da Manhã

Portugal
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Enfermeira morta na arrecadação da própria casa

Célia Paulo era profissional do serviço de Ginecologia-Obstetrícia e, sabe o CM, vinha mostrando sinais de cansaço psicológico.
Miguel Curado e Sérgio A. Vitorino 22 de Janeiro de 2021 às 19:29
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Célia Paulo era profissional do serviço de Ginecologia-Obstetrícia e, sabe o CM, vinha mostrando sinais de cansaço psicológico.
A enfermeira Célia Paulo, de 50 anos, foi encontrada esta sexta-feira à tarde morta na arrecadação de sua casa, em Lisboa, não havendo, aparentemente, indícios de crime. A mulher, que trabalhava nos hospitais de Santa Maria e do SAMS, estava a ser procurada desde segunda-feira. Teria supostamente saído de casa ao início da tarde para ir fazer um turno no Santa Maria, onde não chegou. O alerta foi dado pelo pai, à noite, na esquadra da PSP de Telheiras.

Elementos da investigação criminal da PSP procuraram, sem sucesso, a mulher nas imagens de videovigilância do Metropolitano (que costumava usar nos percursos para o trabalho) e rastreando o seu telemóvel.

O caso nunca foi formalmente comunicado à PJ, mesmo após o Departamento de Investigação e Ação Penal ter solicitado informação à PSP. Célia Paulo era profissional do serviço de Ginecologia-Obstetrícia e, sabe o CM, vinha mostrando sinais de cansaço psicológico. Estava divorciada e tinha três filhos menores que, com amigos e colegas, se desdobraram nos últimos dias em apelos nas redes sociais - onde avisaram que a mulher poderia estar “desorientada”.
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