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Correio da Manhã

Portugal
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Pena máxima para homicida de freira radical

Alfredo Santos, o predador sexual, matou a freira Maria Antónia Pinho, ‘Tona’, de 61 anos.
Correio da Manhã 14 de Agosto de 2020 às 15:39
Freira Maria António Pinho tinha 61 anos
Alfredo Santos está preso pela morte da irmã ‘Tona’. Peritos dizem que é perigoso
Freira Maria António Pinho tinha 61 anos
Alfredo Santos está preso pela morte da irmã ‘Tona’. Peritos dizem que é perigoso
Freira Maria António Pinho tinha 61 anos
Alfredo Santos está preso pela morte da irmã ‘Tona’. Peritos dizem que é perigoso
Alfredo Santos, o predador sexual que matou a freira Maria Antónia Pinho, ‘Tona’, de 61 anos, foi esta sexta-feira condenado à pena máxima dde 25 anos de prisão.

O crime ocorreu em setembro de 2019. 
A vítima mortal era conhecida localmente como "Tona", mas também como "freira radical", por se deslocar habitualmente de moto.

O homem, de 44 anos, foi condenado a penas parcelares de 23 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado, oito anos por violação e a um ano e oito meses por profanação de cadáver.

O arguido, que se encontra em prisão preventiva, foi ainda condenado no mesmo processo a cinco anos de prisão, por rapto e violação na forma tentada, e a três anos, por roubo, relativo a um caso ocorrido no mesmo concelho em agosto de 2018 e que teve como vítima uma jovem.

Em cúmulo jurídico, foi-lhe aplicada uma pena única de 25 anos de prisão.

Além da pena de prisão, terá de pagar uma indemnização de 120 mil euros aos herdeiros da freira e 1.300 euros à vítima do rapto e tentativa de violação.

Alfredo Santos Maria Antónia Pinho Tona questões sociais crime freira
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