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Correio da Manhã

Portugal
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Arguido que baleou GNR fica em silêncio em tribunal

Homem de 43 anos desobedeceu à ordem de paragem de uma patrulha da GNR e disparou sobre os militares.
Mário Freire 3 de Setembro de 2020 às 07:55
Artur Anjos no tribunal
Artur Anjos no tribunal FOTO: Ricardo Cabral
Ficou esta quarta-feira em silêncio, no Tribunal de Coimbra, o homem de 43 anos que no ano passado desobedeceu à ordem de paragem de uma patrulha da GNR e disparou sobre os militares, colocando-se em fuga, no IC2, em Cernache, Coimbra.

No inquérito, o arguido assumiu que era ele quem conduzia a viatura, apesar de não ter carta de condução e saber que o veículo estava sem inspeção.

"Viajava acompanhado de um primo, que não me deixou parar e ameaçou com uma pistola, com a qual acabaria por disparar contra a viatura da GNR", disse Artur Anjos.

Os dois militares, que ficaram feridos - um com estilhaços e outro com uma bala alojada no rosto -, não têm dúvidas de que "o disparo foi feito pelo condutor, que ia com uma mulher no carro".
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