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Correio da Manhã

Portugal
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Barreto responde em tribunal

Joaquim Barreto, presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, começa hoje a ser julgado por suspeita da prática do crime de participação económica em negócio.
18 de Abril de 2007 às 00:00
A acusação do Ministério Público alega que o autarca de Cabeceiras lesou a autarquia em 2500 metros quadrados de terreno na Zona Industrial de Olela-Basto.
Segundo a acusação, o autarca e presidente da Distrital de Braga do PS, propôs, em 1994, a compra de 17 500 metros quadrados de terreno, pelo valor de 15 mil contos, sendo que os donos desse doariam ao município outros 17 500 metros.
Ainda no mesmo ano, Joaquim Barreto terá comunicado que o negócio “só se concretizaria se, em vez dos 17 500 metros, fossem doados ao município 15 mil e os restantes 2500 fossem doados à Mútua de Basto – Associação Mútua de Seguros de Basto”, da qual o autarca era e continua a ser dirigente.
O juiz de instrução decidiu pela pronúncia do autarca, que assim deve hoje sentar-se no banco dos réus, acusado de ter lesado o município a que preside, em favor da associação a que também preside.
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