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Correio da Manhã

Portugal
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Freira seduzida e amigo agiram concertados para obter dinheiro

Ministério Público pediu a condenação a uma pena suspensa por abuso de confiança.
Manuel Jorge Bento 8 de Dezembro de 2021 às 09:38
Maria da Conceição Magalhães
Maria da Conceição Magalhães FOTO: direitos reservados
Uma alteração dos factos levou o Tribunal de S. João Novo, Porto, a adiar esta terça-feira, para dia 16, a leitura do acórdão do processo da freira Maria da Conceição Magalhães.

A religiosa e o amigo por quem se deixou seduzir agiram “de forma concertada” para conseguir benefícios ilegítimos. A freira, de 60 anos, está acusada de burla qualificada pelo desfalque de 400 mil euros do Centro de Bem-Estar Infantil e Juvenil do Coração de Jesus. Admitiu o desvio de 48 mil euros.

O Ministério Público pediu a condenação a uma pena suspensa por abuso de confiança.

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