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Correio da Manhã

Portugal
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Juíza arguida passa à reforma e ganha pensão de 6000 euros

Fátima Galante é suspeita de corrupção.
António Sérgio Azenha 30 de Maio de 2020 às 09:54
Fátima Galante
Fátima Galante FOTO: Direitos Reservados
Fátima Galante, juíza desembargadora arguida na Operação Lex por suspeitas de corrupção e recebimento indevido de vantagem, passou à reforma com uma pensão na ordem de seis mil euros brutos.

Um despacho do vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM), publicado na quarta-feira em Diário da República, determina que Fátima Galante passa a estar "desligada do serviço para efeitos de aposentação compulsiva, com efeitos a 14 de dezembro de 2019."

A decisão do vice-presidente do CSM, António Lameira, foi tomada no passado dia 12, no uso de competência delegada. Com a passagem compulsiva à reforma, Galante deverá ficará com pensão de valor semelhante ao último salário, que ronda os seis mil euros brutos por mês. Fátima Galante passou à aposentação compulsiva, como castigo do CSM por ser arguida na Operação Lex.

A juíza é casada com Rui Rangel, juiz desembargador no Tribunal da Relação de Lisboa, do qual está separada. O CSM expulsou Rangel da magistratura, por este ser arguido e suspeito dos mesmos crimes da mulher na Operação Lex.
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