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Correio da Manhã

Portugal
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Ao minuto Atualizado às 18:37 | 26/02

Mariana confirma que combinou com Maria qual a versão a apresentar em tribunal sobre morte de Diogo

Ex-namoradas são julgadas no Algarve por vários crimes, entre eles, homicídio qualificado de Diogo. Siga o julgamento ao minuto.
Ana Palma e Rui Pando Gomes 26 de Fevereiro de 2021 às 09:16
Diogo Gonçalves
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Maria Malveiro
Mariana Fonseca
Diogo Gonçalves
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Maria Malveiro
Mariana Fonseca
Diogo Gonçalves
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Arguidas chegam ao tribunal de Portimão
Maria Malveiro
Mariana Fonseca
Decorre esta sexta-feira a segunda sessão do julgamento de Maria Malveiro de 20 anos e Mariana Fonseca 24 no Tribunal de Portimão pelos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, dois crimes de acessos ilegítimo, um de burla informática, roubo simples e uso de veículo.

As ex-namoradas, uma enfermeira e uma segurança, são suspeitas de terem matado um jovem, em março de 2020, no Algarve, a quem tentaram extorquir dinheiro que tinha recebido de indemnização pela morte da mãe.

Ao minuto Atualizado a 26 de fev de 2021 | 18:37
18:37 | 26/02
Sessão do julgamento termina. A próxima sessão foi marcada para o dia 9 de Março às 9h15.
17:05 | 26/02
Rui Pando Gomes

As contradições

Uma das contradições do relato das ex-namoradas está relacionada com o corte dos dedos. Mariana começou por confirmar que segurou nos dedos enquanto a outra arguida cortava os mesmos. Na instrução e em julgamento, a enfermeira acabou por dizer que foi Maria quem fez tudo sozinha.

A segunda contradição está relacionada com o desmembramento do corpo na garagem. Mariana começou por dizer que estava presente e que tinha ficado debaixo do sensor da luz. No entanto, perante aa instrução e em julgamento, acabou por afirmar que não estava lá.

A enfermeira confirmou na fase de instrução que "viram uma reportagem na televisão e que discutiram na cadeia".
16:52 | 26/02
Rui Pando Gomes

Mariana e Maria falaram na cadeia sobre versões que iriam apresentar em tribunal

Na fase de instrução, Mariana revelou que poderia ter pedido ajuda para travar a morte de Diogo.

A arguida confirmou também durante esta fase de instrução que falava com Maria, na cadeia, durante os almoços, sobre as versões que iriam apresentar.
16:43 | 26/02
Rui Pando Gomes

Mariana confirma as mensagens enviadas através do telemóvel de Diogo

Mariana confirma que utilizaram os dedos para desbloquear o telemóvel em casa, quando os pais estavam na habitação.

"Estávamos no quarto a mandar mensagens aos amigos dando a ideia que ele tinha ido embora", esclarece.

A enfermeira confessa que tinha receio que Maria entrasse em conflito consigo.

De volta ao local do crime, a arguida refere que a namorada lhe pediu para fica a ligar a luz enquanto desmembrava Diogo na garagem do próprio.

"Ela disse-me que tinha cortado a cabeça, as mãos e as pernas e colocou tudo em carros diferentes. Uma noite fomos para Sagres e atirou uma parte do corpo, os telemóveis e os dedos da falésia. O carro dele ficou em Sagres. Voltámos para casa", diz.

As ex-namoradas deslocaram-se um dia depois para Tavira. Foi Mariana quem conduziu o carro até ao Pego do Inferno. "Ajudei a tirar os sacos para fora do carro. Ela [Maria] andou um bocado e atirou os sacos para uma zona onde havia um buraco", conta.

Sobre o dinheiro levantado da conta da vítima, a arguida garante que o mesmo estava "guardado em casa" e que "não foi usado", admitindo no entanto que tinham comprado "um protetor solar e um sabão" com o cartão de multibanco de Diogo.

"Na minha esperança tola ainda pensei que ninguém iria procurar nada na minha casa, para não envolver a minha mãe e a minha irmã", admite. 

Mariana, que frequentou o curso de enfermagem na Universidade do Algarve, em Faro, era responsável por tirar ampolas de Diazepan do hospital.
16:38 | 26/02
Rui Pando Gomes

"Nem em filmes eu vejo coisas assim e fiquei em pânico"

À semelhança do que aconteceu com Maria Malveiro, também é reproduzido o áudio do primeiro interrogatório judicial de Mariana Fonseca, prestado perante o juiz de instrução.

A enfermeira diz que nunca conheceu Diogo e que "só ouviu falar nele". "A Maria falou-me num plano para arranjar mais dinheiro", confessa, acrescentando que esse plano envolvia terceiros.

"Disse-me que ia prender uma pessoa que não tinha pais para a ameaçar e sacar dinheiro. Disse-lhe que não concordava. Disse-me que já tinha a ideia do que ia fazer dois dias antes do crime. Eu arranjava ampolas de diazepan para ela dormir. No dia em que o Diogo faleceu meteu uma corda no carro.  Senti-me obrigada a ir porque ele podia fazer-lhe mal. Fiquei no carro e ela foi lá para dentro. Passaram várias horas e ela veio cá fora. Depois eu entrei e já o vi no chão com uma cadeira partida. Ela estava em cima dele a fazer-lhe um golpe. Fiz compressões para ele reanimar e ele acordou", revela.

Mariana admite que o plano não era matar Diogo, mas depois de abandonar a divisão, Maria voltou a apertar o pescoço à vítima at+e esta ficar inconsciente.

"Ele deixou de respirar e entramos em pânico. Ela tinha a faca na mão e disse para lhe segurar a mão dele porque lhe ia cortar o indicador e polegar. Nem em filmes eu vejo coisas assim e fiquei em pânico", admite.

Relata depois a colocação dos dedos dentro do envelope e o pedido de ajuda de Maria para colocar o corpo de Diogo na cadeira.

Colocou os dedos num envelope e pediu-me ajuda para colocar o corpo em cima de uma cadeira com rodas

"Ela colocou o corpo na bagageira do carro dele, um Mercedes. Senti-me impotente porque não consegui que ela mudasse de ideias", diz.

Dirigiram-se depois para Chinicato, onde moravam.
14:40 | 26/02
Rui Pando Gomes

Sessão é retomada

A sessão de julgamento vai ser retomada.

A advogada da família da vítima também aceita dispensar ouvir o casal que encontrou a cabeça de Diogo no Pego do Inferno. Quatro testemunhas arroladas pela advogada da família da vítima são também dispensadas.
12:56 | 26/02
Rui Pando Gomes

Pausa para almoço

Termina a sessão da manhã. Julgamento deverá ser retomado ao início da tarde.
12:42 | 26/02
Rui Pando Gomes

"Dinheiro que foi levantado não foi gasto"

"Já estava enterrada até ao pescoço e pensei que os levantamentos podiam levar a pensar que tinham sido feitos por outras pessoas", refere a arguida, referindo-se ao dinheiro levantado no multibanco após a morte do jovem. No entanto, Maria garante que "dinheiro que foi levantado não foi gasto".

"Fui ouvida como testemunha antes e não confessei, mas sabia que um dia ia ser apanhada porque fui a locais com câmaras. Fiz isto para proteger as carreiras e a vida de ambas. O dinheiro que levantei não era para usar em nada. Eu não estava contente com a situação mas estavamos a tentar viver com a situação", atira, acrescentando que decorou o código pela sequência.
12:35 | 26/02
Rui Pando Gomes

Arguida tinha os códigos do telemóvel e do multibanco de Diogo

Por esta altura Maria tinha já em sua posse os códigos do telemóvel e do multibanco da vítima.

"Ele emprestou-me dinheiro para comprar uns cabos para instalar um rádio e ele disse-me o código para pagar na loja", acrescenta, referindo mais uma vez que a namorada nunca teve conhecimento do alegado assédio de Diogo a Maria.
12:14 | 26/02
Rui Pando Gomes

"O plano inicial era arrancar-lhe os dentes"

"Comecei a pensar esconder o corpo", continua Maria, revelando que "o plano inicial era arrancar-lhe os dentes". "Era uma coisa de cultura geral. Como a língua dele estava para fora coloquei de parte a ideia de lhe arrancar os dentes. Tinha os resguardos da cadela e coloquei no chão. Cortei a cabeça dele por cima dos sacos. Pedi a Mariana para ficar a acender a luz da garagem que estava sempre a desligar. Eu sei que foi macabro mas estou arrependida para o resto da vida.

A arguida afirma que tirou a cabeça da vítima mais para fora da mala do carro, numa situação que não se revelou "numa coisa fácil".

"O primeiro golpe, isto parece estúpido, mas assustei-me quando vi o cutelo com sangue. Nunca o tirei [corpo] do saco e isolei ao máximo para não sangrar. Depois cortei as mãos. Foi um processo demorado que demorou horas...", continua Maria, referindo que "foi uma vingança ridícula".

A homicida separou ainda as mãos e pés e colocou o carro fora da garagem. "Fomos para casa e não dormi nessa noite. A pensar no que tinha feito", relembra.

Maria revela ainda que roubou o cutelo utilizado para cortar o corpo quando passou nas caixas rápidas do supermercado de um pagar. "Sou segurança e sei como as coisas funcionam", diz.

Uma noite antes do trabalho, e numa altura em que "já não aguentava mais", Maria pediu à namorada para conduzir o carro dela até ao forte do Beliche. Maria seguia ao volante da viatura de Diogo.

"Arrastei o tronco dele do carro e atirei-o pela falésia junto com os telefones e os dois dedos. Deixei a viola e os computadores no carro dele e levei-o até junto da fontaleza. Estava a enlouquecer e já não aguentava mais. Eu sabia que poderia ser encontrado", diz.

Apesar de não se considerar profissional, a arguida afirma que se deixou levar pelo stree.

"Coloquei o saco da cabeça no meu carro e voltámos para casa. A Mariana só me queria proteger e nunca me impediu. Lembrei-me do Pego do Inferno porque tinha estado lá com a Mariana antes. Pensei jogar a cabeça para a água mas depois atirei-a para o mato. Ela rolou no chão e depois atirei os braços e as pernas para o mesmo local".
12:04 | 26/02
Rui Pando Gomes

"Como não era só eu nunca me entreguei à polícia"

"Nada disto foi planeado e não sabia o que estava a fazer", admite Maria Malveiro, que encostou a parte traseira do carro perto da casa do jovem.

"Fui buscar uma cadeira com rodas que ele tinha no quarto e consegui sentar o corpo na cadeira para o levar para o carro. Coloquei o corpo na bagageira e depois fui limpar a sala. Como tinha dito ao chefe do Diogo numa mensagem que ia viajar lembrei-me de ir buscar ao quarto algumas roupas e coisas dele", revela.

Entre os vários objetos estava o baixo (instrumento musical de Diogo) e também os dois computadores.

As arguidas dirigiram-se depois para a localidade de Chinicato, em Lagos. "Levei os telemóveis e os dedos para casa e respondi às mensagens da tia e de um amigo. Senti logo arrependimento e nunca mais fui a mesma desde aquela altura", admite.

"Como não era só eu nunca me entreguei à polícia", considerando que era "tarde de mais para confessar" o crime.
11:54 | 26/02
Rui Pando Gomes

"Consegui cortar o polegar e o indicador"

Sobre os códigos para aceder ao telemóvel da vítima, Maria revela que se inspirou numa série para lhe cortar os dedos e ter acesso ao celulas.

"Fui ao carro buscar a faca e coloquei papel debaixo da mão dele e comecei a cortar o polegar dele. Para minha surpresa consegui...", confessa, acrescentando: "Consegui cortar o polegar e o indicador que eram os dois que ele usava para desbloquear o telemóvel. Para um telemóvel era o polegar e para o outro era o indicador. A Mariana estava em choque."

A arguida diz que não estava si quando cometeu o crime. "Só pensei em cortar-lhe os dedos e depois desfazer-me do corpo. Até lá tinha que manter a vida social dele ativa para não levantar suspeitas. Pensei em tudo sozinha", afirma. Acabou por guardar os dedos num envelope dos CTT que encontrou no quarto.
11:38 | 26/02
Rui Pando Gomes

A descrição do dia do crime

"Eu não o queria assassinar mas sim humilhá-lo", reforça a arguida, afirmando que obteve o medicamento, Diazepan, através da namorada enfermeira, Mariana, que não saberia do plano.

Combinou um encontro com Diogo e levou-lhe sumo de laranja com o fármaco dissolvido. A arguida afirma que muniu-se de uma faca que tinha no carro e que transportava no bolso durante o trabalho para se defender.

A vítima terá revelado à agressora os planos para comprar casa.

"Depois do almoço peguei numa cadeira e disse para ele se sentar e amarrei-o com as braçadeiras. Fui ao carro dizer à Mariana que estava tudo bem e ela quis entrar comigo. Viu-o preso", admite.

"Fiz-lhe um mata leão como aprendi no curso de segurança mas ele deu luta. Ele caiu no chão e eu comecei a sufocá-lo porque a Mariana estava ali presente. Comecei a fazer manobras de reanimação mas no sitio errado. Depois a Mariana ajudou-me e conseguiu reanimá-lo. Quando acordou agarrou no braço dela e com o braço livre acertou-me. Perdi o bom senso e civismo e voltei a sufocá-lo", declara, acrescentando que o fez para proteger a namorada.

"Queria protegê-la e voltei a sufocá-lo para depois chamar a polícia. A Mariana estava em pânico e assustada. Nunca tinha feito isto a uma pessoa antes. Pedi à Mariana para ver os sinais vitais e ela disse que estava morto. Não chamei as autoridades porque não queria estragar a carreira da Mariana. Eu sei que o que fiz foi errado. Sentei a Mariana no sofá e disse-lhe que ia resolver a situação."

E continua: "Tinha de proteger a Mariana porque ela não tinha culpa de nada. Ela estava em choque a chorar. A culpa foi minha ela não fez nada. Ela tentou salvá-lo ao fazer a reanimação. Momentos depois o telefone começou a tocar e eu pensei que tinha de continuar a vida social dele. Nunca pensei fazer aquilo. Coloquei a minha relação à frente dos meus valores. Pensei mais nela do que em mim."
11:22 | 26/02
Rui Pando Gomes

"Colocou uma das mãos dentro das minhas calças": As declarações de Maria Malveiro

As juízas decidiram ouvir as declarações das arguidas em primeiro interrogatório judicial para avaliar as contradições. 

A arguida começa por dizer que conehceu Diogo em 2019.

"Deixei claro que só tinha uma relação de amizade com o Diogo mas ele colocou-me a mão na perna e eu disse-lhe que não estava interessada em homens", revela Maria, que acrescenta: "atirou-me para cima da cama e colocou uma das mãos dentro das minhas calças".

A jovem afirma que a vítima lhe confessou que só gostava de mulheres "porque nunca tinha experimentado uma boa picha...".

Os episódios descritos em primeiro interrogatório judicial terão ocorridos dias antes do crime.

"Senti-me humilhada naquele dia e não consegui ultrapassar aquela situação", confessa Maria Malveiro.

A arguida afirma que não revelou o caso a ninguém e que não apresentou queixa porque não tinha provas e trabalhava no mesmo hotel que a vítima.

Os encontros continuaram mas, garante Maria, "nunca sozinhos". "Mandava-me mensagens todos os dias e acho que ele estava obcecado por mim", acrescenta.

Diogo revelou à jovem que ia receber uma indemnização. "Eu não o queria assassinar mas sim humilhá-lo", admite.
11:13 | 26/02
Rui Pando Gomes

Testemunha multada após falhar sessão

Uma das testemunhas não compareceu ao julgamento e será multada por não apresentar justificação.
10:56 | 26/02
Rui Pando Gomes

Colega de trabalho de Diogo revoltado com morte de jovem

Está agora a ser ouvido um colega de trabalho de Diogo. João Paulo Marques refere que ficou triste e revoltado com a morte do jovem porque "era uma pessoa que se podia contar para tudo e muito jovem".
10:50 | 26/02
Rui Pando Gomes

Casal de franceses dispensado

Procurador dispensa as testemunhas que encontraram a cabeça da vítima no Pego do Inferno, em Tavira. As duas testemunhas são turistas de nacionalidade francesa e japonesa.
10:41 | 26/02
Rui Pando Gomes

Diogo mantinha relação próxima com mãe

A testemunha revela que existia uma relação muito próxima de Diogo com a mãe antes desta morrer, vítima de atropelamento. O pai estava separado da mãe e tinha sofrido um AVC.

Cabrita explica à advogada da família da vítima que Diogo foi viver com uma tia materna depois da morte da progenitora. Mudou-se depois para casa de um amigo.

O advogado refere que a vítima "não fazia mal a ninguém" e que era um homem "com objetivos de vida".
10:40 | 26/02
Rui Pando Gomes

"Disse-me que estava a sair com uma segurança e estava animado": Advogado de Diogo

Diogo recebeu 70 mil euros e revelou que pretendia utilizar o dinheiro para comprar uma casa. Segundo o advogado, inquirido pelo procurador do Ministério Público, o montante foi depositado de uma só vez.

O advogado revela que recebeu uma mensagem de Diogo, no dia 5 de Fevereiro de 2020, onde a vítima afirmava que o banco o tinha avisado de que o dinheiro já estava disponível na conta. O advogado defende ainda a teoria de que todos os amigos de Diogo sabiam da existência do dinheiro.

Cabrita revela que falou com Diogo sobre "miúdas". "Disse-me que estava a sair com uma segurança e estava animado", afirma, acrescentando que denunciou o desaparecimento do jovem à GNR.
10:22 | 26/02
Rui Pando Gomes

Arranca o julgamento no Tribunal de Portimão

Arranca o julgamento após contratempos com o advogado oficioso de uma das arguidas.

Está a falar a testemunha João Cabrita, que foi advogado da vítima quando Diogo Gonçalves recebeu a indemnização pela morte da mãe. O advogado afirma que falou com o jovem um mês antes do homicídio, no seu escritório.
10:15 | 26/02
Ana Palma

Advogada de Maria Malveiro não estará presente na sessão

A advogada de Maria Malveiro, Tânia Reis, pediu escusa e não estará presente na sessão desta sexta-feira, alegando problemas de saúde.

Foi nomeado um advogado oficioso que se encontra já no tribunal, a interceder para defender a arguida.
09:24 | 26/02
Rui Pando Gomes

Primeira sessão marcada por contradições

A primeira sessão do julgamento, que decorreu na passada quarta-feira, ficou marcada por contradições de Mariana, que acabou por negar a versão apresentada inicialmente de que tinha estado junto de Maria no momento do desmembramento do corpo do jovem, numa garagem.

Maria remeteu-se ao silêncio nesta primeira audiência.
09:19 | 26/02
Ana Palma

Maria Malveiro e Mariana Fonseca já estão em tribunal

As arguidas já chegaram ao tribunal de Portimão, separadas em duas carrinhas celulares.

O advogado de Mariana também já está em tribunal.
09:16 | 26/02
Ana Palma

Testemunhas ouvidas esta sexta-feira

Durante a manhã desta sexta-feira serão ouvidas seis testemunhas arroladas pelo Ministério Público (MP).

O casal de turistas franceses, que encontraram a cabeça do jovem assassinado, também será ouvido por videoconferência.

Na parte da tarde serão ouvidos amigos de Mariana.
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