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Correio da Manhã

Portugal
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Ministério Público quer padre condenado por burla qualificada

José da Graça julgado por falsificação e burla.
João Nuno Pepino 23 de Maio de 2019 às 08:39
Ministério Público quer padre condenado por burla qualificada
Cónego José Graça
Tribunal de Santarém
Tribunal de Santarém
Ministério Público quer padre condenado por burla qualificada
Cónego José Graça
Tribunal de Santarém
Tribunal de Santarém
Ministério Público quer padre condenado por burla qualificada
Cónego José Graça
Tribunal de Santarém
Tribunal de Santarém
O Ministério Público (MP) pediu esta quarta-feira a condenação do padre de Abrantes que está a ser julgado, em Santarém, por burla qualificada e falsificação de documento.

Nas alegações finais, em que quis voltar a falar, o padre José da Graça garantiu ao coletivo de juízes que desconhecia o esquema fraudulento de criação de utentes "fantasma" que permitiu à instituição a que preside, o Centro Social Interparoquial de Abrantes (CSIA), sacar ao Estado cerca de 200 mil euros em comparticipações indevidas e que agora estão a ser julgadas em tribunal.

Segundo o cónego, a acusação nasceu de uma "vingança pessoal" contra si por parte do outro arguido deste processo, Pedro Moreira, o antigo terapeuta do CSIA que denunciou a fraude aos Ministérios da Saúde e da Segurança Social.

Na primeira audiência do julgamento, este arguido declarou estar arrependido.

O Ministério Público pediu a condenação de ambos - o terapeuta porque confessou os factos, e o padre porque tem deles pleno conhecimento, apesar de não o admitir.

A leitura do acórdão ficou marcada para dia 12 de junho.
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