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Correio da Manhã

Portugal
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Ministra chora abraçada a pais de polícia assassinado

Agente da PSP morreu na Amadora em 2005, vítima de emboscada.
M.P. 19 de Março de 2016 às 19:06
Constança Urbano de Sousa emocionou-se com a mãe do agente da PSP
Constança Urbano de Sousa emocionou-se com a mãe do agente da PSP FOTO: Paulo Cunha/Lusa
A ministra da Administração Interna não conseguir conter a emoção e chorou ontem ao abraçar os pais do agente Paulo Alves, morto em serviço em 2005, aos 23 anos, na Amadora, a quem foi atribuído um louvor a título póstumo.

Constança Urbano de Sousa presidiu ontem, em Torres Novas, ao encerramento da formação de 299 novos agentes da PSP, que vão ser colocados nos comandos de todo o País.

Durante a cerimónia foi atribuído um louvor ao agente assassinado, na Amadora, há onze anos. Recorde-se que Paulo Alves nasceu no Porto e tinha sido colocado na esquadra da Amadora há apenas dez meses antes de ser abatido a tiro, juntamente com o colega António Abrantes, que tinha 29 anos e era natural da Guarda.

Na madrugada do domingo de 20 de março, os dois agentes da PSP foram assassinados por Marcus Fernandes, um luso-brasileiro, na altura procurado tanto em Portugal como no Brasil por crimes violentos.

Segundo o filme dos acontecimentos, três agentes da PSP, entre os quais António Abrantes e Paulo Alves, deslocaram-se ao local depois de Marcus Fernandes ter provocado desacatos. Depois de pedirem para se identificar, Marcus Fernandes disparou a matar. Ao todo disparou 42 tiros. Atingiu os dois agentes.
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