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Correio da Manhã

Portugal
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Morre afogado após salvar a filha do mar

Homem ainda conseguiu empurrar menor, de 13 anos, para as rochas e depois foi arrastado.
Joaquim Bernardo 2 de Junho de 2017 às 01:30
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Equipas de socorro recuperaram os sinais vitais da vítima no areal da praia do Banho, ao longo de mais de duas horas de manobras de reanimação. A vítima acabou por não resistir aos ferimentos e o óbito acabou por ser confirmado no hospital de Santiago do Cacém
Na praia do Banho, em Porto Covo, Sines, estavam poucas pessoas, apesar do dia de calor. Fábio Fernandes, de 39 anos, e a filha, de 13, estavam na água pelas 14h00 de ontem, quando foram arrastados pela corrente. Por instinto, o pai ainda conseguiu empurrar a menor para as rochas onde ficou segura. O homem acabou por ser levado pelo mar.

Depois de ser resgatado, não resistiu às paragens cardiorrespiratórias, apesar dos esforços das equipas médicas e de socorro.

Os nadadadores-salvadores do programa Seawatch, os Bombeiros e a Polícia Marítima chegaram à praia em poucos minutos, após o alerta dos banhistas, e retiraram o homem da água, já sem sentidos. Seguiram-se duas horas intensas de manobras de reanimação no areal. A vítima, de nacionalidade brasileira e residente em Alpiarça, acabou por ser transportada em estado crítico para o Hospital de Santiago do Cacém, onde acabaria por ser confirmado o óbito.

"É uma praia traiçoeira. Há correntes e agueiros e quem não conhece pode ficar em perigo. Já houve aqui várias situações", disse ao CM um popular, que testemunhou o afogamento.

A menina sofreu escoriações e recebeu tratamento no local, tal como a mãe da menor, por ter ficado em choque.

Ambas estão também a receber apoio psicológico. "É preciso redobrar atenções e ter muito cuidado nas praias, sobretudo quando não estão vigiadas. Não arriscar e ter atenção sobretudo às crianças", referiu Sá Coutinho, comandante do Porto de Sines, que coordenou a operação.

PORMENORES
Seawatch
O programa do Instituto de Socorros a Náufragos Seawatch patrulha praias sem vigilância. As viaturas de resgate são tripuladas por militares da Marinha (Fuzileiros) com curso de nadador-salvador.

Seis mortes
No passado mês de maio morreram seis pessoas nas praias portuguesas: uma na Costa da Caparica, duas na Nazaré, uma na Póvoa de Varzim (todas dia 1), um na Foz do Lizandro (3) e um em S. Torpes (21).

Época Balnear
A época balnear abriu ontem nos principais destinos turísticos portugueses. No caso do concelho de Sines esse mesmo período só tem início a 15 de junho. Até lá, as praias continuam sem vigilância.
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