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Correio da Manhã

Portugal
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Assaltantes sequestram e agridem mãe e filho em casa de Anadia

Mãe e filho foram agredidos, "tendo ainda os assaltantes coagido o filho a deslocar-se a uma caixa ATM, para realizar levantamentos".
Lusa 6 de Julho de 2020 às 17:42
PJ, xxx
PJ, xxx FOTO: Pedro Brutt Pacheco
A Polícia Judiciária anunciou hoje a detenção de cinco pessoas, com idades entre os 24 e os 42 anos, presumíveis autores da prática, em Anadia, dos crimes de roubo e sequestro com arma de fogo.

"O roubo em investigação teve lugar na madrugada do passado dia 12 de fevereiro, numa moradia no concelho de Anadia. Os assaltantes empunhando uma arma de fogo, caçadeira, entraram na habitação, apesar de na mesma se encontrar mãe e filho, que ficaram impossibilitados de resistir, perante a ameaça da arma", relata a PJ, em comunicado divulgado hoje.

Segundo a mesma fonte, mãe e filho foram agredidos, "tendo ainda os assaltantes coagido o filho a deslocar-se a uma caixa ATM, para realizar levantamentos".

Os suspeitos terão roubado ainda diversos objetos em ouro, dinheiro, material eletrónico e informático. Os cinco suspeitos acabaram por ser detidos pela PJ, através do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro e do Departamento de Investigação Criminal da Madeira, no cumprimento de mandados de detenção emitidos pelo Ministério Público junto do Tribunal de Anadia.

"Nas buscas domiciliárias efetuadas por esta polícia nos concelhos de Anadia, Cantanhede e Figueira da Foz foi possível apreender o material eletrónico subtraído bem como a arma de fogo utilizada, uma faca e uma soqueira, diverso produto estupefaciente, haxixe, ecstasy, canábis, anfetaminas, bem como balanças de precisão e um moinho", relata a PJ.

Uma das detenções ocorreu na Região Autónoma da Madeira, mais concretamente na Ilha de Porto Santo, para onde um dos suspeitos se tinha deslocado recentemente. Os detidos, quatro homens e uma mulher com idades entre os 24 e os 42 anos, "sem qualquer profissão conhecida", já foram presentes às autoridades judiciárias competentes. Dois deles, que já possuíam antecedentes criminais por crimes violentos e de tráfico de estupefacientes, ficaram em prisão preventiva. Os restantes ficaram sujeitos "a medidas não detentivas", designadamente apresentações periódicas e proibição de contactos.

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