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Correio da Manhã

Portugal
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Prisão preventiva para sete dos detidos em descarga de droga na praia do Alemão

Militares detetaram uma embarcação, tendo surpreendido 10 indivíduos quando faziam o transporte de 59 fardos de haxixe.
Lusa 6 de Fevereiro de 2020 às 18:54
59 fardos de haxixe foram apreendidos ainda na praia do Alemão e dentro de uma carrinha de matricula espanhola
59 fardos de haxixe apreendidos na praia do Alemão em Portimão
59 fardos de haxixe foram apreendidos ainda na praia do Alemão e dentro de uma carrinha de matricula espanhola
59 fardos de haxixe apreendidos na praia do Alemão em Portimão
59 fardos de haxixe foram apreendidos ainda na praia do Alemão e dentro de uma carrinha de matricula espanhola
59 fardos de haxixe apreendidos na praia do Alemão em Portimão
O tribunal de Portimão decretou esta quinta-feira prisão domiciliária para um e prisão preventiva para sete dos 10 homens detidos na madrugada de terça-feira numa descarga de haxixe na praia do Alemão, em Portimão, disse à Lusa fonte policial.

De acordo com a fonte da Guarda Nacional Republicana (GNR), "os outros dois homens foram restituídos à liberdade".

Os 10 homens, de várias nacionalidades, foram detidos durante uma operação conjunta da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR e da Polícia Judiciária, quando procediam ao transbordo de duas toneladas de haxixe na praia do Alemão, em Portimão.

Na terça-feira, a GNR indicou em comunicado que o produto estupefaciente estava a ser transportado por uma embarcação, detetada pelos militares no âmbito de diligências de investigação e de ações de controlo da costa.

"Os militares detetaram uma embarcação com uma atuação suspeita, tendo surpreendido 10 indivíduos em flagrante delito quando faziam o transporte de 59 fardos de haxixe, com um peso aproximado de duas toneladas", informou a GNR.

Segundo a fonte, os suspeitos foram detidos e foram também apreendidos seis veículos.

O diretor da Polícia Judiciária (PJ) de Faro, António Madureira, adiantou que a operação constitui "mais um duro golpe" nas redes do narcotráfico.

Na opinião daquele responsável, o produto estupefaciente poderia não ter como destino Portugal, sendo o território português "apenas um ponto de passagem".

"Por norma, e neste tipo de tráfico, Portugal é apenas um ponto de passagem", sublinhou aquele responsável.

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