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Correio da Manhã

Portugal

Procurador envolve Proença de Carvalho no Processo Fizz

Advogado está a ser investigado pela justiça.
Beatriz Ferreira e Tânia Laranjo 4 de Fevereiro de 2019 às 08:52
Operação Fizz
Advogado Proença de Carvalho
Daniel Proença de Carvalho
Daniel Proença de Carvalho
Operação Fizz
Advogado Proença de Carvalho
Daniel Proença de Carvalho
Daniel Proença de Carvalho
Operação Fizz
Advogado Proença de Carvalho
Daniel Proença de Carvalho
Daniel Proença de Carvalho
O procurador Orlando Figueira, condenado a prisão efetiva no processo Fizz, alega que o advogado Daniel Proença de Carvalho e o banqueiro Carlos Silva estavam "a par do acordo de corrupção", segundo o qual Figueira terá arquivado os inquéritos ao ex-vice presidente angolano, Manuel Vicente, em troca de trabalho em Angola.

Numa denúncia enviada ao Ministério Público (MP), a que o CM teve acesso, Orlando Figueira tenta envolver Carlos Silva e Proença de Carvalho no processo, argumentando que "é legítimo entender que estas pessoas também poderiam estar a par do acordo de corrupção" e "ter participado quer no ato de corrupção quer na sua camuflagem".

Citando o acórdão, Figueira sustenta que foi Proença quem cancelou o seu contrato com Angola - que serviu para camuflar o esquema de corrupção -, logo, o advogado saberia do "acordo".

Durante o julgamento, o magistrado insistiu que foi Carlos Silva, à data representado por Proença, quem o convenceu a sair do DCIAP, com promessa de trabalho em Angola. Recebeu salário adiantado e, em troca do seu silêncio, pagariam a defesa.

O MP está a investigar a queixa.
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