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Correio da Manhã

Portugal
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Procuradoria-Geral da República analisa falhas com as gémeas

MP soube a "localização" da família e instaurou o processo de promoção e proteção das crianças.
Sérgio A. Vitorino 24 de Agosto de 2019 às 10:07
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Gémeas viviam em condições precárias na Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Gémeas viviam em condições precárias na Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Gémeas viviam em condições precárias na Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
Baratas e lixo em garagem sem água quente para gémeas em bairro da Amadora
A Procuradoria-Geral da República está a "analisar e avaliar os procedimentos desencadeados" no caso das duas gémeas de 10 anos que estavam sinalizadas desde 2013 e que foram retiradas agora aos pais - detidos por violência doméstica contra as filhas, que nunca foram à escola - após quatro anos a viverem numa garagem entre lixo, baratas, pulgas e outros animais, na estrada Militar da Damaia, Amadora.

O Ministério Público tentou, em 2017, localizar pais e gémeas, após alerta da CPCJ. Não o conseguiu, alegando que a casa onde viviam antes havia sido demolida - o que foi verdade e fez a família mudar para a garagem, a 10 metros, onde o pai tinha a sua oficina de eletricista de automóveis. Isso impediu que "fosse desencadeado qualquer procedimento tendente à remoção de eventual perigo a que as crianças estivessem sujeitas".

Em julho último, o MP soube a "localização" da família e instaurou o processo de promoção e proteção das crianças, que estão num local de acolhimento temporário.
Procuradoria-Geral da República Amadora questões sociais maus-tratos
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