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Correio da Manhã

Portugal
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Risco de incêndio põe aviões a vigiar aldeias

Aeronaves estão estacionadas em Viseu e Ponte de Sor, vão fazer voos de vigilância e monitorização.
Isabel Jordão 21 de Julho de 2018 às 01:30
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos Fire Boss em ação
Avião de combate a fogos
A Autoridade Nacional de Proteção Civil vai recorrer a dois aviões, estacionados em Viseu e Ponte de Sor, para reforçar as medidas de prevenção dos incêndios florestais no fim de semana, por se prever o agravamento do risco de incêndio rural. Alguns concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Beja apresentam risco de incêndio muito elevado, com previsão de agravamento na segunda-feira no Interior Norte e Centro, em especial em Trás-os-Montes, Guarda e Castelo Branco.

Estes voos de vigilância e monitorização, que se realizam hoje e amanhã, terão lugar nas regiões da Beira Alta, Trás-os–Montes e Alto Douro. Está também previsto o sobrevoo da Península de Setúbal, do Alentejo, Litoral e Interior e do Algarve.

Estes meios aéreos estão dotados de capacidade de observação e recolha de imagens relativas às manchas florestais e às suas áreas adjacentes, destinando-se os dados colhidos no decurso das missões aéreas a apoiar a decisão operacional, mormente a definição de estratégias de combate a aplicar a cada teatro de operações, bem como a identificar pontos críticos, como sejam povoações isoladas ou outros elementos expostos ao risco, no eixo de progressão de um eventual incêndio rural.

São aviões de avaliação, reconhecimento e coordenação, que integram os meios aéreos que compõem o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR 2018), operando a partir do centro de meios aéreos de Viseu e do Centro de meios aéreos de Ponte de Sor.
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