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Correio da Manhã

Portugal
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Vasco Brazão diz que agiu sempre sob orientação de diretor nacional da PJMilitar no caso Tancos

Ex-porta-voz da Polícia Judiciária Militar diz ainda que "a ação paralela" da PJM foi "oportunamente comunicada ao então ministro da Defesa".
Lusa 2 de Dezembro de 2019 às 19:06
Vasco Brazão está indiciado por cinco crimes, entre eles tráfico de armas
Vasco Brazão, Tancos, Instrução Criminal
Vasco Brazão está indiciado por cinco crimes, entre eles tráfico de armas
Vasco Brazão, Tancos, Instrução Criminal
Vasco Brazão está indiciado por cinco crimes, entre eles tráfico de armas
Vasco Brazão, Tancos, Instrução Criminal
O ex-porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM) e arguido no caso Tancos, Vasco Brazão, alega que seguiu orientações do diretor, Luís Vieira, e que "a ação paralela" da PJM foi "oportunamente comunicada ao então ministro da Defesa".

No requerimento de abertura de instrução (RAI), a que a agência Lusa teve acesso, Vasco Brazão assume que participou, no âmbito da PJMilitar num processo que teve, em primeira linha, a recuperação do material de guerra furtado em Tancos, o qual não foi participado, "como devia ter sido", ao Ministério Público que dirigia o inquérito.

No RAI, Vasco Brazão justifica que "agiu dessa forma sob a orientação do diretor nacional da PJMilitar, o coarguido Luís Viera, num quadro de conflitualidade acerca da entidade competente para o efeito", tendo em conta que Luís Vieira "divergiu da orientação constante do despacho da Procuradora-Geral da República (Joana Marques Vidal), de 18 de abril de 2017, pelo qual a investigação foi concentrada e atribuída ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP)".

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