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Correio da Manhã

Sociedade

Augustine morre aos 4 anos com tumor raro

Criança foi diagnosticada com cancro no tronco cerebral no verão.
Francisca Genésio 9 de Outubro de 2018 às 08:57
Augustine nunca se queixou dos tratamentos a que foi submetida
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine nunca se queixou dos tratamentos a que foi submetida
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine nunca se queixou dos tratamentos a que foi submetida
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine de 4 anos lutava contra um tumor raro no cérebro
Augustine, a menina luso-descendente de apenas quatro anos, perdeu esta segunda-feira a luta que travava contra um cancro raro, no tronco cerebral e que alastrou para o cérebro.

A notícia foi avançada pela família, na página de apoio que criaram no Facebook - Wonder Augustine. Na publicação, os pais, Pauline Desplanque e Tanguy Bourdon, referem que a menina morreu "ao som da sua música preferida, Dumbo de Vianney" e que "às primeiras notas deixou de respirar".

A história da criança luso-descendente, contada nas redes sociais, comoveu muitos franceses e portugueses. A página servia para angariar fundos para ajudar a pagar os tratamentos de Augustine e sensibilizar para a existência de doenças raras, alertando para a falta de investimento em tratamentos.

Augustine vivia em França, com os pais e o irmão bebé, e tinha família em Guimarães. A criança foi diagnosticada em agosto com glioma pontino intrínseco difuso, um tumor raro e inoperável. A menina rapidamente deixou de ver, de andar e de falar, mas nunca deixou de lutar contra a doença, já que nunca se queixava dos tratamentos a que era submetida.

O cancro no tronco cerebral afeta cerca de cinco mil crianças, por ano, em todo o Mundo. A esperança média de vida é de 9 a 12 meses.

Augustine viveu apenas três meses depois do diagnóstico.
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