Barra Cofina

Correio da Manhã

Sociedade
1

Coimbra critica António Costa e Porto benze pastas de finalistas

Governo foi alvo da sátira dos estudantes em Coimbra.
Nelson Rodrigues e Paula Gonçalves 6 de Maio de 2019 às 08:36
António Costa foi um dos alvos da sátira social e política dos estudantes de Coimbra
Banhos de cerveja já são tradicionais no cortejo de Coimbra
Desfile é o ponto alto da festa da academia, quer para os finalistas quer para os que chegaram este ano
D. Manuel Linda, Bispo do Porto, celebrou a Missa da Bênção das Pastas, na Avenida dos Aliados
António Costa foi um dos alvos da sátira social e política dos estudantes de Coimbra
Banhos de cerveja já são tradicionais no cortejo de Coimbra
Desfile é o ponto alto da festa da academia, quer para os finalistas quer para os que chegaram este ano
D. Manuel Linda, Bispo do Porto, celebrou a Missa da Bênção das Pastas, na Avenida dos Aliados
António Costa foi um dos alvos da sátira social e política dos estudantes de Coimbra
Banhos de cerveja já são tradicionais no cortejo de Coimbra
Desfile é o ponto alto da festa da academia, quer para os finalistas quer para os que chegaram este ano
D. Manuel Linda, Bispo do Porto, celebrou a Missa da Bênção das Pastas, na Avenida dos Aliados
Foi um dia de fortes emoções para os universitários finalistas do Porto e de Coimbra. Se na Invicta a manhã ficou marcada pela bênção das pastas, em missa celebrada pelo bispo D. Manuel Linda, na avenida dos Aliados, por outro, em Coimbra, o dia serviu para o desfile académico sair à rua com mais de 100 carros alegóricos.

O cortejo em Coimbra ficou marcado por críticas ao Governo e a António Costa, um dos principais alvos da sátira dos estudantes.

"Têm feito muita asneira", justifica uma finalista de Farmácia. As críticas partem sobretudo da área da Saúde. "Investimos seis anos na nossa formação e no fim podemos ser atirados por esse Mundo fora", lamenta Nuno Jesus, de Medicina.

O cortejo ficou ainda marcado pela polémica em torno de um carro de História, que desfilou sem nome depois dos alunos, que pretendiam chamar-lhe ‘Alcoholocausto’, serem obrigados a recuar. "A intenção era impedir que o tema caísse no esquecimento, mas não nos deram o benefício da dúvida", critica André Oliveira.

No Porto, os estudantes mostraram entusiasmo, misturado com receio do futuro. "Não sei o que esperar. Andei tanto tempo a esforçar-me, mas poderei não trabalhar na área", diz Inês Peixoto, de 22 anos, finalista de Direito.

"Se formos mesmo bons no que fazemos, acho que todos poderemos ter espaço para trabalhar. É preciso ir à luta", frisou Miguel Correia, 23 anos, finalista de Medicina.
Ver comentários