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Correio da Manhã

Sociedade
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Como dar prazer: a ‘montanha-russa’ do orgasmo

Abra o jogo com o parceiro e revele gostos e fantasias.
Miguel Balança 26 de Março de 2019 às 01:30
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Faça do corpo um parque de diversões. Reserve bilhete para a ‘montanha-russa’ do clímax e distancie -se de um passado de anorgasmia - ausência recorrente de orgasmo, mais comum nas mulheres - e ejaculação precoce.

Descubra a equação que prolonga o prazer a dois e põe cobro ao mistério que mais portugueses leva ao sexólogo.

Aline Castelo Branco, terapeuta sexual, propõe uma receita de três passos: entre lençóis reúna "amor, amizade e admiração, paciência, persistência e paixão. Três Ás e três Pês".

Depois, junte a necessária química e reserve uma hora diária para falar de sexo sem tabus. O resultado mede-se em mais minutos de "puro prazer".

"O corpo é uma máquina de prazer por completo, um parque de diversões. O orgasmo, como uma montanha-russa: dá aquela adrenalina, sobe e desce. É o nosso corpo", descreve a especialista. Permita que o seu companheiro encontre o caminho para a fantasia, mas garanta que o desvendou primeiro: afinal o "autoconhecimento é fundamental".

Para a terapeuta sexual, os problemas conjugais "conseguem ser amenizados a partir do momento em que têm consciência do que necessita. Do que é bom para si e para o seu parceiro".

Mas é preciso ter "engenho e arte" - ou técnica - e esta passa essencialmente pelo estimular da zona erógena mais sensível do parceiro. Aline Castelo Branco recorda os mais esquecidos que "no clitóris a mulher tem cerca de 9 mil terminações nervosas".

O homem tem no ânus - no fundo, a próstata - a principal zona erógena. Na glande soma 4 mil terminações nervosas.

"Se o homem souber satisfazer a sua parceira, atingindo a zona erógena principal, vai também ele atingir o orgasmo e sentir-se muito mais satisfeito", afirma a especialista. A chave para o prazer encerra-se afinal no conhecimento mútuo e promete agilizar a olhos vistos a obtenção de prazer.

Intimidade é sinónimo de maior prazer
"Se tenho confiança na pessoa com quem estou, logicamente que vou ter mais intimidade com ela, entregar-me muito mais e o prazer vai tornar-se muito mais gostoso, divertido e não obrigatório", revela a sexóloga Aline Castelo Branco.
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