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Correio da Manhã

Sociedade
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Corrida para conseguir mais vacinas contra a Covid-19: Fábrica no Minho vai começar a produzir em breve

Indústria portuguesa ajuda Europa a aumentar número de doses. Costa admite passaporte de vacinação europeu até ao verão.
Vanessa Fidalgo 27 de Fevereiro de 2021 às 01:30
Vacinas Covid-19
Vacina contra a Covid-19
Vacinas Covid-19
Vacina contra a Covid-19
Vacinas Covid-19
Vacina contra a Covid-19
O primeiro-ministro, António Costa, deu esta sexta-feira a garantia aos líderes da União Europeia que a indústria portuguesa também irá contribuir para o “esforço coletivo” de todos os Estados-membros para aumentar a produção de vacinas contra a Covid-19.

Numa cimeira virtual, os 27 Estados-membros assumiram como grande prioridade acelerar a produção de vacinas na União Europeia (UE).

António Costa garantiu que Portugal já comunicou a Bruxelas “as capacidades diversas da indústria farmacêutica nacional” e lembrou que, além da reprogramação do quadro de aplicação dos fundos da UE no âmbito do programa ‘Portugal 2020’, foram criadas “linhas de crédito para a reconversão de linhas industriais para a produção dos mais diversos materiais de combate à Covid-19”.

Por outro lado, recordou, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal está a trabalhar, na instalação de uma unidade fabril, no município de Paredes de Coura, que “terá também capacidade de produção de vacinas”.

O primeiro-ministro afirmou que a falta de dados científicos consolidados condiciona, para já, a criação de um “certificado verde europeu” mas que, “até ao verão”, é provável que o documento passe a existir.

A Comissão Europeia comprometeu-se a preparar nos próximos meses um certificado comum a toda a UE que “permita atestar que uma pessoa já esteve contaminada com o vírus, ou que está devidamente vacinada ou que realizou um teste negativo”. O objetivo, disse Costa, é permitir “maior liberdade de circulação e menor necessidade de recurso a medidas como a quarentena”.

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