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Correio da Manhã

Sociedade
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Corte para metade na entrega de vacinas contra a Covid-19

Farmacêutica AstraZeneca não consegue cumprir prazos.
Paulo João Santos 24 de Janeiro de 2021 às 10:12
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Em causa estão problemas de produção e fornecimento para a União Europeia. Nenhuma das farmacêuticas está a cumprir com os prazos combinados.
Portugal deveria receber cerca de 1,4 milhões de vacinas da farmacêutica AstraZeneca nos meses de fevereiro e março, mas, afinal, já só vai receber metade, ou seja, 700 mil doses.

Este atraso não compromete, contudo, as metas do plano de vacinação, garante o seu coordenador. “ Esse número permite-nos cumprir o Plano Nacional da forma como estava delineado, terminando a vacinação das pessoas incluídas na fase um até abril. O que não vai permitir é a antecipação para março", esclareceu Francisco Ramos. A vacina, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, ainda não foi aprovada pelo regulador europeu – A Agência Europeia do Medicamento –, mas já foi feito o pedido nesse sentido, a 12 de janeiro.

As primeiras doses da vacina da Moderna, que deviam ser entregues hoje, também se vão atrasar uma semana.
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