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Expo 98 abriu ao público há 22 anos e marcou uma geração

Exposição Mundial de 1998 que decorreu de 22 de maio a 30 de setembro teve 11 milhões de espetadores.
Correio da Manhã 22 de Maio de 2020 às 09:39
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 20 anos
Expo'98 completa 22 anos
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Expo'98 completa 22 anos
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Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
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Expo'98 completa 20 anos
Expo'98 completa 22 anos
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Expo'98 completa 20 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
Expo'98 completa 22 anos
A Expo 98, em Lisboa, abriu ao público há 22 anos, e teve durante quatro meses na Exposição Mundial de 1998 milhares de atividades culturais, que levaram àquela zona de Lisboa 11 milhões de espetadores.

A exposição recebeu o tema "Os oceanos: um património para o futuro" e realizou-se de 22 de maio a 30 de setembro de 1998 para comemorar os 500 anos dos Descobrimentos Portugueses e foi um marco na renovação da zona oriental da cidade de Lisboa, que estava então muito degradada.

A exposição teve a participação de 143 países e 14 organizações internacionais em pavilhões individuais, que, na generalidade, respeitaram o tema dos Oceanos.

Foram realizados espetáculos com grandes nomes da música e de uma grande diversidade cultural e musical.

Os visitantes tinham como opção um bilhete de um dia (25 euros), três dias (62,35 euros) e bilhetes diários apenas para a parte da noite (12,50 euros) e um livre-trânsito (250 euros).

O logótipo da Expo'98 representava o mar e o sol e a mascote, uma grande onda azul, foi batizada de Gil, em homenagem ao navegador Gil Eanes.

A ideia surgiu em 1989 dos promotores da comissão para as comemorações dos 500 anos dos Descobrimentos portugueses António Mega Ferreira e Vasco Graça Moura e obteve o apoio do Governo, então liderado por Aníbal de Cavaco Silva.

Os edifícios que serviram de base à Expo foram projetados com a intenção de serem reaproveitados para outras funções após o encerramento da exposição.

O projeto da exposição correu paralelamente à realização de grandes obras públicas como a nova linha vermelha do Metropolitano de Lisboa e a estação de comboios do Oriente, projetada pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, além da ligação a sul com a construção da ponte Vasco da Gama.

A última noite da exposição acabou já na madrugada de 1 de outubro de 1998 e teve a maior enchente de visitantes, estimando-se que entraram no recinto depois das 20h00 cerca de 215 mil pessoas.

Este número é apenas indicativo, porque, a determinada altura, por razões de segurança, os torniquetes de entrada foram destrancados, permitindo o livre acesso.

Depois do encerramento da exposição, o recinto esteve fechado até 15 de outubro, reabrindo já como Parque das Nações.

Quanto aos espaços da exposição, a entrada principal da exposição reabriu, entretanto, como centro comercial Vasco da Gama, os pavilhões que receberam os países convidados foram transformados na nova Feira Internacional de Lisboa, o Pavilhão da Utopia é atualmente o Altice Arena, o Pavilhão do Conhecimento é um museu e o Pavilhão do Futuro foi transformado no Casino Lisboa. O Oceanário manteve a sua função.

A zona envolvente do Parque das Nações foi sendo vendida para habitação e escritórios e atualmente é uma das mais procuradas e caras de Lisboa.
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