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Correio da Manhã

Sociedade
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Marcelo salienta que desporto nasceu como "fator de aproximação" e não de ódio

Presidente da República falou sobre insultos racistas de que jogador do FC porto foi alvo.
Lusa 25 de Fevereiro de 2020 às 18:09
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
Marcelo Rebelo de Sousa visita Academia Johnson, em Alfragide, Amadora
O Presidente da República destacou esta terça-feira que o desporto nasceu com o objetivo de se constituir como "um fator de aproximação e de solidariedade", e não para ser "um fator de disputa e de ódio".

À margem de uma visita à Academia Johnson, em Alfragide, Amadora (distrito de Lisboa), Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado se ficou sensibilizado com a forma como o futebol se uniu a propósito do episódio que se passou com o futebolista maliano Moussa Marega, do FC Porto.

"A federação já tinha dado passos. É o mundo da inclusão, é o mundo da solidariedade, e é importante que todos, os clubes também, aqueles que são adeptos dos clubes percebam que o desporto nasceu para ser um fator de aproximação e de solidariedade, não um fator de inimizade, de disputa e de ódio", sublinhou.

Na ótica do chefe de Estado, "não ver assim é ver o mundo de pernas para o ar".

Ainda assim, o Presidente da República considerou que "o futebol português está a virar-se para um mundo que é fundamental, que é o mundo da responsabilidade social", assinalando que "isso é muito importante".

Na semana passada, o avançado maliano Moussa Marega abandonou o campo após ser alvo de insultos racistas no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, por parte dos adeptos da equipa local, durante o jogo entre Vitória e FC Porto.

Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) confirmou à Lusa a identificação de várias pessoas suspeitas de dirigirem cânticos e insultos racistas a Marega, sem adiantar o número de suspeitos, acrescentando que continua a efetuar diligências para identificar outros envolvidos.

O Ministério Público instaurou um inquérito na sequência deste incidente, que já mereceu a condenação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do primeiro-ministro, António Costa, entre outros.

Este comportamento configura um crime previsto no Código Penal punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos, e uma contraordenação sancionada com coima entre 1.000 e 10.000 euros.

FM // MAG

Lusa/Fim

FC Porto Moussa Marega Marcelo Rebelo de Sousa Lusa/Fim desporto futebol questões sociais
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