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Correio da Manhã

Sociedade
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Mau tempo provocou mais de 1000 ocorrências no sábado. Há 320 deslocados

Entre as ocorrências, que se somam às 9.500 registadas desde quarta-feira, a maioria relaciona-se com quedas de árvores.
Lusa 21 de Dezembro de 2019 às 21:25
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
Cheias provocadas pela subida da água do rio Ceira, em Ceira, em Coimbra
A Proteção Civil registou, durante o dia de sábado, 1.727 ocorrências relacionadas com o mau tempo, estando 144 pessoas desalojadas e 320 deslocadas por precaução, a maioria devido à subida das águas do rio Mondego.

Entre as ocorrências, que se somam às 9.500 registadas desde quarta-feira, a maioria relaciona-se com quedas de árvores.

Em declarações aos jornalistas pelas 20h00, na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção civil, em Carnaxide, o adjunto de operações Miguel Cruz deu conta de que a situação mais complicada é, neste momento, o distrito de Coimbra. 

Miguel Cruz referiu que os rios Mondego e Tejo (na zona de Constância) estão em alerta vermelho.

O balanço do mau tempo provocado pela depressão Elsa, entre quarta e sexta-feira, a que se juntou este sábado o impacto da depressão Fabien, passa por dois mortos e um desaparecido e ainda condicionamentos na circulação rodoviária e ferroviária, bem como danos na rede elétrica.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera já havia alertado para os efeitos da depressão Fabien, em especial no Norte e no Centro, estando previstos intensos períodos de chuva e vento forte de sudoeste, com rajadas que podem atingir 90 km/hora no litoral norte e centro e 140 km/hora nas terras altas.

Prevê-se que estes efeitos vão diminuindo e que se registe uma melhoria gradual do estado do tempo a partir de domingo.

Os distritos do Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar entre as 21:00 de sábado e as 12:00 de domingo em alerta vermelho, devido à agitação marítima, a que se soma Vila Real, por causa de fortes rajadas de vento, que podem atingir 140 quilómetros/hora.

Proteção Civil Mondego Coimbra Miguel Cruz Fabien meteorologia questões sociais acidentes e desastres
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