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Correio da Manhã

Sociedade
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Metas do acordo de Paris são plano de saúde pública mais ambicioso do século

Falta de acesso a água potável, a degradação da agricultura e a poluição atmosférica afetados pelas alterações climáticas.
Lusa 20 de Novembro de 2018 às 15:23
Exposição vai ser inaugurada na segunda-feira, na galeria de exposições temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Calouste Gulbenkian
Exposição vai ser inaugurada na segunda-feira, na galeria de exposições temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Calouste Gulbenkian
Exposição vai ser inaugurada na segunda-feira, na galeria de exposições temporárias da Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação Calouste Gulbenkian

O acordo de Paris para conter as alterações climáticas pode ser "o mais ambicioso plano de saúde pública deste século", afirmou esta terça-feira em Lisboa uma responsável da Organização Mundial de Saúde, para quem clima e doença são inseparáveis.

A diretora do Departamento de Saúde Pública e Ambiente da Organização Mundial de Saúde, Maria Neira, apontou a falta de acesso a água potável, a falta de alimentação por degradação da agricultura e a poluição atmosférica como os "três pilares da saúde pública" afetados pelas alterações climáticas.

As doenças respiratórias como a asma, agravadas pela poluição atmosférica, causam "sete milhões de mortes" no mundo anualmente, segundo os dados da Organização Mundial de Saúde citados por Maria Neira, que falava num seminário sobre adaptação do sistema de saúde às alterações climáticas promovido pela Direção-Geral da Saúde na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

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