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Correio da Manhã

Sociedade
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Movimento ‘A Pão e Água’ volta a sair à rua para protestar por plano de desconfinamento

Centenas protestaram na Avenida dos Aliados, no Porto, pelo pequeno comércio.
Correio da Manhã 6 de Março de 2021 às 12:07
Movimento ‘A Pão e Água’ voltou a sair à rua
Empresários de vários setores dizem que vivem situação muito difícil e pedem ao Governo que anuncie rapidamente a reabertura de algum comércio
Empresários de vários setores dizem que vivem situação muito difícil e pedem ao Governo que anuncie rapidamente a reabertura de algum comércio
Movimento ‘A Pão e Água’ voltou a sair à rua
Empresários de vários setores dizem que vivem situação muito difícil e pedem ao Governo que anuncie rapidamente a reabertura de algum comércio
Empresários de vários setores dizem que vivem situação muito difícil e pedem ao Governo que anuncie rapidamente a reabertura de algum comércio
Movimento ‘A Pão e Água’ voltou a sair à rua
Empresários de vários setores dizem que vivem situação muito difícil e pedem ao Governo que anuncie rapidamente a reabertura de algum comércio
Empresários de vários setores dizem que vivem situação muito difícil e pedem ao Governo que anuncie rapidamente a reabertura de algum comércio

‘Basta’ ou ‘Igualdade empresarial’ foram apenas algumas das frases escritas em faixas colocadas no muro da Câmara do Porto. As tarjas mostram o desespero de centenas de pessoas que protestaram, esta sexta-feira, na avenida dos Aliados, pela abertura do pequeno comércio. O movimento ‘A Pão e Água’ pede ao Governo medidas de apoio e diz que o plano de desconfinamento já devia ter sido apresentado, nomeadamente no que respeita aos salões de beleza e livrarias. "Pedimos ao Governo que apresente um plano de desconfinamento porque há empresas que estão à beira da insolvência", disse Miguel Camões, um dos representantes do movimento.

Alguns empresários do setor da restauração pedem permissão para a venda de bebidas em regime de takeaway. No protesto, esteve também o líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, que lançou farpas ao Governo. "Ponha os olhos nas pessoas que estão desesperadas", alertou. A manifestação contou com presença de um burro, simbolicamente trazido por um dos manifestantes. Carlos Valente diz não ter dinheiro para o alimentar. O protesto terminou com o lançamento de tochas e apelos de desespero dos manifestantes.

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