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Correio da Manhã

Sociedade

Movimento Zero cancela vigílias nos aeroportos e entra em reflexão

Grupo diz que "o sentimento é de que afinal os polícias estão bem, os poucos que lutam estão mal".
Lusa 24 de Janeiro de 2020 às 20:03
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
Elementos do Movimento Zero em vigília no aeroporto de Lisboa
O Movimento Zero, formado por elementos policiais da PSP e da GNR, cancelou as ações de protesto nos aeroportos nacionais e encerrou temporariamente o 'site' para um período de reflexão, indica um comunicado.

"O Movimento Zero dá por terminada a vigília nos aeroportos nacionais. Ficou demonstrado neste protesto que há homens e mulheres de grande fibra nas instituições PSP e GNR, mas há também uma grande lacuna no corporativismo saudável", lê-se na nota colocada na página oficial do movimento inorgânico de apoio às profissionais das forças de segurança.

Na segunda-feira, o Movimento Zero (M0) concentrou cerca de 100 manifestantes junto ao Aeroporto de Lisboa, num protesto silencioso, enquanto no Porto, em Faro e no Funchal, a vigília teve menos adesão.

O Movimento Zero, um movimento social inorgânico criado em maio de 2019 e que na manifestação das forças policiais realizada em novembro do ano passado foi bastante visível, alega ainda que "a sociedade portuguesa está também pouco recetiva a uma cidadania ativa" e não esconde que "o sentimento é de que afinal os polícias estão bem, e os poucos que lutam é que estão mal".

Assim, as comunicações entre os elementos do movimento ficam encerradas até 01 de fevereiro, sendo o período "usado para ponderação e reflexão individual".

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