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Correio da Manhã

Sociedade
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Município de Odemira instala três desfibrilhadores no Complexo Desportivo Municipal

Foi ainda dinamizada formação para 18 técnicos e professores.
Joaquim Bernardo 16 de Janeiro de 2020 às 17:12
O Município de Odemira instalou três desfibrilhadores no Complexo Desportivo Dr. Justino Santos e promoveu a formação de técnicos, com vista ao socorro de vítimas de paragens cardiorrespiratórias.

Foram colocados Desfibrilhadores Automáticos Externos (DAE) no Pavilhão, Piscinas e no Estádio Municipal, locais que recebem diariamente centenas de praticantes de várias modalidades desportivas.

Segundo fonte do Município de Odemira, esta iniciativa "representou um investimento de cerca de 6 mil euros, e paralelamente foi dinamizada formação para 18 técnicos da autarquia e professores que trabalham no Complexo, estando agendada outras ações de formação para mais 12 pessoas".

A par destes equipamentos, "serão instalados em breve 40 Desfibrilhadores Automáticos Externos nas 13 freguesias do concelho de Odemira, em resultado de uma das propostas vencedoras do Orçamento Participativo Municipal de 2019".

A proposta "Odemira, concelho cárdio-seguro", apresentada por Nazário Viana, no valor de 125 mil euros, prevê equipar o concelho com 40 Desfibrilhadores Automáticos Externos, em locais estratégicos e dar formação a 240 operacionais.

De acordo com a Fundação Portuguesa de Cardiologia, estima-se que em Portugal, todos os anos, 10 mil pessoas sejam vítimas de morte súbita. No nosso país, existe cerca de um desfibrilhador para cada 10 mil habitantes. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 20 mil pessoas por dia, em todo o Mundo, são vítimas de morte súbita.

Após uma paragem cardiorrespiratória, a vítima perde 10% de hipóteses de sobrevivência a cada minuto que passa. Ou seja, ao fim de cinco minutos sem assistência, a vítima tem apenas 50% de probabilidade em sobreviver.
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