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Correio da Manhã

Sociedade

Santa Casa da Misericórdia de Sines salvaguarda apoio a 300 utentes

Foram suspensas as visitas, o trabalho de voluntariado e as saídas dos utentes.
Joaquim Bernardo 26 de Março de 2020 às 17:09
Provedor da SCMS, Eduardo Bandeira
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Provedor da SCMS, Eduardo Bandeira
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Provedor da SCMS, Eduardo Bandeira
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Santa Casa da Misericórdia de Sines
Santa Casa da Misericórdia de Sines

Ciente da responsabilidade que lhe cabe, perante este desafio sem precedentes que todos enfrentamos, a Santa Casa da Misericórdia de Sines implementou um conjunto de ações minimizadoras do impacto da pandemia provocada pelo vírus COVID-19.

Com o objetivo de salvaguardar o apoio e a segurança dos mais de 200 utentes no Lar Residencial que a SCMS acolhe e dos mais de 100 idosos a quem presta apoio domiciliário diário, a SCMS, ativou várias medidas, algumas por iniciativa própria.

Assim, foram suspensas as visitas, o trabalho de voluntariado e as saídas dos utentes.

Procedeu-se ao encerramento do serviço de fisioterapia ao público, suspensão do Centro de Dia, cancelamento de todas as atividades externas no Salão Social, suspensão de todas as atividades dos residentes fora do Lar, segregação dos serviços de Lar em cada um dos três edifícios e intensificação das medidas de higiene e das ações de limpeza.

Foi também implementado o regime de trabalho com equipas ao serviço e em casa a rodar ao fim de sete dias, recrutamento adicional de trabalhadores e efetuado o esclarecimento permanente a todos os envolvidos, residentes e trabalhadores, sobre as decisões tomadas e os seus objetivos, inquérito de sintomas e registo da temperatura aos trabalhadores.

De acordo com o Provedor da SCMS, Eduardo Bandeira, "para compensar algumas destas restrições, disseminámos a teleconferência entre os residentes e os seus familiares, incrementámos as atividades de animação e fisioterapia nos locais devidamente preparados do Lar e transferimos para apoio domiciliário a resposta que dávamos no Centro de Dia".

Eduardo Bandeira sublinha que "todos os dias trabalhamos para reduzir os riscos de contágio e os impactos negativos que estas restrições têm nos nossos idosos. Estamos atentos ao evoluir da situação e adequaremos a nossa atividade em conformidade com a realidade que possamos antecipar. Não estamos sozinhos nesta missão; um conjunto significativo de entidades e empresas estão solidárias com as dificuldades da Santa Casa e apoiam-nos na nossa ação".

 "A todos os cidadãos que estão ao nosso cuidado e dependem de nós, a resposta da Santa Casa só é possível graças ao empenho, profissionalismo e dedicação dos nossos trabalhadores. A eles deixo o meu agradecimento e a todos vós peço a melhor compreensão pelas restrições que se manterão enquanto a situação de pandemia o exigir" acrescentou Eduardo Bandeira.

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