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"Se tudo correr mal, não faltarão ventiladores", afirma António Costa sobre evolução do coronavírus

"Se formos contaminados, temos um SNS robusto", confirmou o primeiro-ministro, em Matosinhos.
Correio da Manhã e Lusa 8 de Maio de 2020 às 10:09
António Costa
António Costa FOTO: Lusa
O primeiro-ministro defendeu esta sexta-feira que o país não pode depender de um mercado "completamente desregulado e selvagem" e que, desta pandemia, tem de sair com a lição "muito bem aprendida" de que tem de reforçar as capacidades de produção.

"Desta crise, nós temos de sair com uma lição muito bem aprendida. Nós temos de reforçar as capacidades nacionais de produção e temos engenharia para isso, temos indústria para isso, temos competências profissionais para isso e, portanto, podemos ser autónomos", afirmou hoje António Costa.

O primeiro-ministro, que falava depois de uma visita ao CEiiA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos, onde foram produzidos os primeiros ventiladores portugueses, salientou que o país não pode "depender de um mercado que está completamente desregulado e selvagem a lutar quase de ombro a ombro fisicamente" para comprar materiais de proteção individual como as máscaras, mas também maquinaria, como os ventiladores. 

"Se tudo correr mal, não faltarão ventiladores", afirmou António Costa sobre evolução do coronavírus no País, aproveitando para parabenizar equipa portuguesa que construiu 100 ventiladores.

"Se formos contaminados, temos um SNS robusto", confirmou o primeiro-ministro.

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