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Correio da Manhã

Sociedade
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Trabalhadores da Galp contestam fim da refinação em Matosinhos e pedem intervenção do Governo

Petrolífera não deu quaisquer garantias em relação aos postos de trabalho.
Lusa 21 de Dezembro de 2020 às 15:25
Galp
Galp FOTO: Direitos Reservados
A Comissão de Trabalhadores (CT) da Galp disse à Lusa que vai contestar a decisão da empresa de concentrar a refinação em Sines e descontinuar a operação em Matosinhos e pedir, novamente, a intervenção Governo.

"A nossa intenção é contrariar. Vamos discutir. Vamos reunir com os sindicatos e convocar o Governo, como temos feito desde 24 de abril. Alertámos, desde essa altura, o Governo e o Presidente da República, [Marcelo Rebelo de Sousa], para as consequências que a distribuição de dividendos iria ter num contexto de pandemia. Não tivemos resposta", afirmou Hélder Guerreiro da CT da Galp, em declarações à agência Lusa.

Este responsável disse que os trabalhadores souberam desta decisão pelas 09:00 de hoje, sublinhando que a petrolífera liderada por Carlos Gomes da Silva não deu quaisquer garantias em relação aos postos de trabalho.

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