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Correio da Manhã

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Marcelo: "Por favor, ajudem a criar um mundo melhor"

Encerramento da edição 2018 da cimeira declarada oficialmente pelas 17h15.
Lusa 8 de Novembro de 2018 às 17:35
Marcelo na Web Summit
Marcelo na Web Summit
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Marcelo na Web Summit
Marcelo na Web Summit
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Marcelo na Web Summit
Marcelo na Web Summit
Marcelo na Web Summit
Marcelo na Web Summit
Marcelo na Web Summit

Marcelo Rebelo de Sousa foi apresentado, na Web Summit, em Lisboa, como "Presidente de Portugal", aplaudido de pé pelos participantes durante 25 segundos, a quem pediu para ajudar "a criar um mundo melhor".

"Levem essa mensagem", pediu, no discurso de encerramento, em inglês, de pouco menos de cinco minutos, aos participantes no palco do Altice Arena: "Por favor, ajudem a criar um mundo melhor".

E despediu-se "até para o ano", "em nome dos portugueses e de Portugal", já com a música-hino da conferência a debitar pelas colunas do palco e sob mais uma salva de palmas.

Tal como fez no ano passado, Marcelo Rebelo de Sousa apresentou três desafios, a começar por criar uma "plataforma fixa", em vez de ser apenas uma iniciativa como a Web Summit, de quatro dias.

O segundo desafio é "não deixar ninguém para trás", recordando o caso de imigrantes e refugiados, e o terceiro desafio passa pela liberdade e pela paz que a "revolução digital", para Marcelo representada na plateia da Web Summit, deve defender.

"A revolução digital tem de ser para o diálogo, para a paz. Sei que é difícil, porque esta onda que atravessa o mundo vai durar quatro, seis, oito anos, mas é o oposto da revolução digital, do seu significado", afirmou.

A todos, pediu que é preciso "lutar pelos valores, pela liberdade, pelo multilateralismo e não pelo unilateralismo, pela paz. É esta a mensagem que é preciso espalhar pelo mundo", acrescentou.

Porque quem estava à sua frente, na plateia, "são pioneiros, líderes, do presente e do futuro", Marcelo pediu que "não se esqueçam do resto da sociedade".

Marcelo faz apelo à paz e liberdade, contra onda de intolerância
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, encerrou a Web Summit, em Lisboa, com um apelo para que a "revolução digital" vá contra "a onda" da intolerância e lute pela "paz e pela liberdade".

"A revolução digital tem de ser para o diálogo, para a paz. Sei que é difícil, porque esta onda que atravessa o mundo vai durar quatro, seis, oito anos, mas é o oposto da revolução digital, do seu significado", afirmou, num discurso em inglês.

Para contrariar "a onda que atravessa o mundo", pediu aos participantes para lutarem "pelos valores, pela liberdade, pelo multilateralismo, pela paz", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, aplaudido pelos participante durante 25 segundos, quando entrou no palco do Altice Arena, decorado com cubos de "led" rosa, verde e azul, e dois ecrãs gigantes de televisão.

Depois de uma intervenção do Presidente da República, o fundador da cimeira de tecnologia e inovação Web Summit, Paddy Cosgrave, dirigiu, no meio da plateia, palavra ao lotado Altice Arena por breves segundos para declarar encerrada a edição de 2018.

Encerramento da edição 2018 declarada oficialmente pelas 17h15
O fundador da cimeira de tecnologia e inovação Web Summit Paddy Cosgrave deu, pelas 17h15, encerrada a terceira edição do evento, com um convite para a participação na edição de 2019.

Depois de uma intervenção do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sobre desafios do mundo tecnológico, Cosgrave, no meio da plateia, dirigiu a palavra ao lotado Altice Arena por breves segundos para declarar encerrada a edição 2018 da Web Summit.

"São todos bem-vindos no próximo ano", rematou.

A edição deste ano da Web Summit, a terceira em Lisboa, juntou 69.304 participantes de 159 países, mais de 1.200 oradores, mais de 1.500 investidores e 2.600 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo Web Summit nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Portugal e desde essa altura terá gerado um impacto económico de mais de 500 milhões euros.

O contrato inicial previa três edições, mais duas opcionais, mas em outubro foi anunciado que a cimeira ficará até 2028 na capital portuguesa.

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