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CM aumenta liderança histórica na imprensa

Correio da Manhã continua a ser a publicação preferida dos portugueses e aumentou a quota de mercado para 62,8%.
Duarte Faria 31 de Outubro de 2018 às 01:30
Redação online do Correio da Manhã
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Entre janeiro e agosto deste ano, o Correio da Manhã manteve-se o jornal preferido dos portugueses, com um volume de vendas diárias em banca muito superior a todas as outras publicações nacionais.

Segundo os dados divulgados pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), nos primeiros nove meses deste ano o CM vendeu uma média de 81 049 exemplares por dia em banca.

Contabilizadas as vendas a partir de julho, mês em que o ‘Diário de Notícias’ em papel passou a semanário, o Correio da Manhã alcança uma quota de mercado histórica de 62,8%. Isto significa que em cada 100 pessoas que compram um diário generalista, quase 63 optam pelo CM.

No segundo lugar da tabela dos maiores jornais e revistas de informação nacionais continua a estar o ‘Expresso’. O semanário vendeu uma média de 56 978 exemplares, sofrendo uma quebra de 9,4% face a igual período do ano passado.

O ‘Jornal de Notícias’ mantém-se na terceira posição da tabela, com 34 957 jornais vendidos por dia, o que representa uma descida de 9,5%.

O quarto lugar volta a pertencer ao ‘Record’. O diário desportivo vendeu em média 29 852 exemplares por dia. Já a revista ‘Sábado’, que ocupa o quinto lugar, registou vendas médias semanais de 22 285 exemplares. Depois surge a ‘Visão’, com 18 479 exemplares vendidos.

Logo a seguir vem o generalista ‘Público’, com 13 129 exemplares por dia, seguido do desportivo ‘O Jogo’, com uma média de 11 688 vendas em banca (menos 4,7% do que o registado nos primeiros seis meses do ano passado).

Em último lugar, e a registar a maior quebra no período em análise, encontra-se o ‘Diário de Notícias’: caiu 19%, ou seja, vendeu menos 6 205 exemplares por edição.

De referir ainda que o diário ‘i’, o semanário ‘Sol’ e o desportivo ‘A Bola’ optaram por não ser auditados pela APCT.
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