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CM domina mercado com quota de 61,8%

Correio da Manhã é o jornal mais vendido do País. Entre janeiro e outubro deste ano, o jornal vendeu uma média de 73 080 exemplares por dia em banca.
Duarte Faria 2 de Janeiro de 2020 às 08:27
Correio da Manhã
Correio da Manhã FOTO: João Cortesão

Entre janeiro e outubro deste ano, o Correio da Manhã foi o jornal preferido dos portugueses, com um volume de vendas em banca muito superior a todas as outras publicações nacionais.

Segundo os dados divulgados pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), nos primeiros dez meses deste ano o CM vendeu uma média de 73080 exemplares por dia em banca e registou uma quota de mercado de 61,8%. Isto significa que em cada 100 compradores de jornais diários generalistas, perto de 62 optaram por adquirir o Correio da Manhã.

No segundo lugar da tabela dos maiores jornais e revistas de informação nacionais continua a estar o ‘Expresso’. O semanário vendeu uma média de 52 619 exemplares, sofrendo uma quebra de 7,4% face a igual período do ano passado.

O ‘Jornal de Notícias’ mantém-se na terceira posição da tabela, com 31 295 jornais vendidos diariamente, o que significa uma descida de 10,1%. O quarto lugar pertence ao ‘Record’, que vendeu uma média de 27 800 exemplares por dia.

Já a revista ‘Sábado’, que ocupa o quinto lugar, registou vendas médias semanais de 21 477 exemplares. Logo a seguir surge a ‘Visão’, com 16 027 exemplares vendidos (caiu 13,8%).

Com 13 983 exemplares por dia, o ‘Público’ surge na sexta posição. Depois encontra-se o desportivo ‘O Jogo’, com uma média de 10 090 vendas em banca (menos 12%).

O ‘Diário de Notícias’, que desde 2018 é semanário, vendeu 3783 jornais, registando uma descida de 38,6%.

Em termos globais, a venda em banca de jornais e revistas de informação nacionais caiu cerca de 8,5% entre janeiro e outubro, o que equivale a uma perda de 23 102 exemplares.

De referir ainda que o diário ‘i’, o semanário ‘Sol’ e o desportivo ‘A Bola’ optaram por não ser auditados pela APCT.

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