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CM reforça liderança histórica na imprensa

Correio da Manhã continua a ser a publicação preferida dos portugueses, com quase 60% do mercado.
Duarte Faria 31 de Agosto de 2018 às 01:30
Correio da Manhã
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Redação do Correio da Manhã e CMTV
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Entre janeiro e junho deste ano, o Correio da Manhã manteve o título de jornal preferido dos portugueses, com um volume de vendas diário muito superior a todas as outras publicações. O CM reforçou, inclusive, a sua quota de mercado entre os diários generalistas.

Segundo os dados divulgados pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), nos primeiros seis meses do ano o CM vendeu uma média de 79 902 exemplares por dia em banca, alcançando uma quota de mercado de 59,9% - subida de 0,4 pontos percentuais face ao período homólogo do ano passado. Isto significa que em cada 100 pessoas que compram um diário generalista, 60 optam por um exemplar do Correio da Manhã.

No segundo lugar da tabela dos maiores jornais e revistas de informação nacionais continua a estar o 'Expresso'. O semanário vendeu uma média de 56 746 exemplares, sofrendo uma quebra de 9,2%. O 'Jornal de Notícias' mantém-se no terceiro lugar, com 34 782 jornais vendidos por dia (descida de 9,8%).

A quarta posição volta a pertencer ao 'Record'. O desportivo vendeu 28 547 exemplares, tendo caído 10,5%. Já a revista 'Sábado', que ocupa o quinto lugar, registou vendas médias semanais de 21 200 exemplares (menos 6,1%). Depois surge a 'Visão', com uma média de 17 407 e uma quebra de 15,2%.

Logo a seguir vem o generalista 'Público', com 12 497 exemplares, o que representa uma quebra de 4,6%, seguido do desportivo 'O Jogo', com uma média de 11 183 vendas em banca (menos 3,3% do que nos primeiros seis meses de 2017).

Em último lugar, e a registar a maior quebra de vendas, encontra-se o 'Diário de Notícias', que no período em análise ainda era publicado em versão papel diariamente: caiu 20,3% (6107 exemplares/dia).

De referir ainda que o semanário 'Sol', o diário 'i' e o desportivo 'A Bola' optaram por não ser auditados pela APCT.
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