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Pandemia tira leitores das bancas nacionais

Vendas registam quebra acentuada nos primeiros seis meses do ano por efeito da Covid-19.
Duarte Faria 1 de Setembro de 2020 às 08:22
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Jornais Correio da Manhã
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A pandemia está a afetar gravemente a comunicação social e os dados divulgados esta segunda-feira pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT) revelam uma quebra acentuada das vendas em banca dos principais títulos da imprensa nacional nos primeiros seis meses do ano, sobretudo em março e abril.

Entre janeiro e junho, venderam-se, em média, quase menos 45 mil jornais e revistas de informação, passando para um total de 199 447, o que compara com os 244 325 do período homólogo do ano passado. No que diz respeito às vendas em banca somadas dos três diários generalistas, a quebra foi de 24 182 exemplares diários (passou para 93 950).

O Correio da Manhã manteve a posição de jornal mais vendido em Portugal e até aumentou a sua quota. Nos primeiros seis meses do ano, o CM vendeu em banca uma média de 58 779 exemplares por dia, o que representa uma quota de mercado de 62,6% entre a imprensa diária generalista. Isto significa que, em cada 100 compradores de jornais no nosso país, mais de 62 optaram por adquirir um exemplar do CM.

Em segundo lugar na tabela continua o semanário ‘Expresso’, com uma média de 50 998 exemplares por edição (quebra de 3,4% em comparação com o período homólogo), seguido do ‘Jornal de Notícias’, com 23 835 exemplares (menos 24,2%).

A revista ‘Sábado’ subiu à quarta posição, com 18 933 cópias vendidas semanalmente. Logo a seguir surge o ‘Record’, com 17 461 exemplares. A newsmagazine ‘Visão’ ocupa o sexto posto da tabela, com 12 050 exemplares semanais e uma quebra de 23,9% no número de compradores. O jornal ‘Público’ surge logo a seguir, com uma média de 11 336 jornais vendidos por dia (menos 17,4%). Por fim, em 10º lugar encontra-se o desportivo ‘O Jogo’, com 6055 exemplares, uma diminuição de 38,4%. De referir que o semanário ‘Sol’, o jornal ‘i’ e ‘A Bola’ não são auditados, por opção própria, pela APCT.


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