Torcicolo: Saiba como prevenir e o que fazer para tratar
Dor no pescoço que por vezes pode irradiar para a região do ombro. A dor é acompanhada pela dificuldade em executar movimentos.
Joana Henriques Sequeira, especialista em Medicina Física e Reabilitação no Hospital CUF Descobertas, salientou que "deve fazer-se uma massagem local com pomada ou um creme anti-inflamatório".
Joana Henriques Sequeira adiantou que "a maioria dos torcicolos resultam de posições incorretas ou gestos bruscos, provocando irritação de músculos, ou seja, uma contratura muscular". Uma das formas de aliviar a dor passa por, durante o duche, aplicar água quente na zona dolorosa.
O torcicolo é mais comum em pessoas com idades compreendidas entre 30 e 60 anos. As mulheres possuem maior risco de desenvolver o problema do que homens. O histórico familiar para o problema é determinante perante a eventual presença de anormalidades congénitas na coluna cervical.
O uso de medicamentos que possam conduzir ao espasmo muscular pode ser outras das razões para o aparecimento do torcicolo, bem como a existência de lesões anteriores na área do pescoço. É frequente surgir durante o sono e não ser encontrada uma explicação para o sucedido.
Sintomas
Limitação dos movimentos
Um dos primeiros sintomas é a limitação dos movimentos possíveis de serem executados pelo pescoço. As inclinações ficam limitadas, bem como virar a cabeça para cada um dos lados.
Dor de cabeça
É frequente e resulta do incómodo provocado pelas dores permanentes existentes no pescoço. É frequente uma dor na nuca com origem a partir do pescoço.
Um ombro mais alto
Reflexo das limitações do pescoço, ocorre, por vezes, um dos ombros ficar mais alto do que o outro lado do corpo. Ocorre porque é essa a postura que garante ao paciente uma dor mais reduzida, ou mesmo a anulação da dor.
Inchaço dos músculos
Inflamação que é um reflexo de diferentes fatores, como a tensão emocional, a sobrecarga física, assim como um trauma por deslocamento súbito ou permanência na mesma posição por período prolongado.
Rigidez dos músculos
Especialistas associam a rigidez muscular na região do pescoço associada ao limite dos movimentos musculares.
Como prevenir
Fazer alongamentos regularmente é um dos melhores exercícios para evitar a dor cervical. Para quem não têm essa prática diária há pequenos exercícios a fazer.
Um deles passa por colocar os braços junto ao corpo, e erguer o queixo lentamente e voltar a descer, até colocar o queixo junto ao peito. Repita estes movimentos por cinco vezes, mas ainda a menor velocidade.
Um outro exercício passa por girar a cabeça para a esquerda, o máximo que conseguir. Depois faça o mesmo movimento para a direita. Repita os dois movimentos cinco vezes.
Número de casos
55% da população já sofreu, pelo menos uma vez na vida, algum tipo de desconforto relacionado com o pescoço.
Risco acrescido
12% das mulheres e 9% dos homens poderão desenvolver cervicalgia crónica. É importante consultar o médico.
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Convulsão de grande mal
Atente ao sinais e sintomas: perda súbita da consciência, movimentos involuntários do corpo (tipo tremores), ou dificuldade em respirar, assim como cerrar os maxilares. Poderá ainda aparecer sangue na boca. Por fim, os músculos relaxam e a respiração volta ao normal.
A vítima recupera a consciência, mas poderá apresentar-se desorientada, com sonolência e sem recordação do episódio.
Convulsão de pequeno mal
A vítima poderá sofrer alucinações, sonhar acordada. A perda de consciência súbita e completamente alheia ao que se passa em seu redor é um dos sinais.
Atente a reações inexplicáveis, como estalidos nos lábios. Preocupe-se, sobretudo, em tornar a área segura e ampare a queda, afastando todos os objetos em redor da vítima. Verifique se sofre de epilepsia e coloque a vítima em posição lateral de segurança.
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