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Correio da Manhã

Boa Vida
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O importante pedaço de história da Póvoa de Varzim

Cidade situada à beira-mar, que prima pela beleza das suas praias e pelo caráter das suas gentes, desde sempre ligadas à arte da pesca.
Ana Isabel Fonseca 30 de Janeiro de 2017 às 09:30
Avenida dos banhos dá acesso às praias
Ao porto de pesca chegam muitos barcos
Igreja de São  Pedro de Rates foi construída no século XII
Aqueduto servia para levar água até Vila do Conde
Cividade de Terroso é um importante marco na história
Museu dá a conhecer algumas cenas da vida poveira
Avenida dos banhos dá acesso às praias
Ao porto de pesca chegam muitos barcos
Igreja de São  Pedro de Rates foi construída no século XII
Aqueduto servia para levar água até Vila do Conde
Cividade de Terroso é um importante marco na história
Museu dá a conhecer algumas cenas da vida poveira
Avenida dos banhos dá acesso às praias
Ao porto de pesca chegam muitos barcos
Igreja de São  Pedro de Rates foi construída no século XII
Aqueduto servia para levar água até Vila do Conde
Cividade de Terroso é um importante marco na história
Museu dá a conhecer algumas cenas da vida poveira
A beleza das praias salta de imediato à vista quando se entra na cidade. Póvoa de Varzim está situada mesmo à beira-mar e as suas gentes há muito que vivem da arte da pesca. Acima de tudo é uma terra que respira tradição e que esconde um passado histórico muito rico.

Mas para quem quer conhecer a cidade, o ideal é mesmo começar pelo centro. Visitar as praias, na Avenida dos Banhos, e apreciar a beleza do mar, que ali costuma dar ares de revolta. Depois podemos partir para o porto de pesca, ponto de partida e de regresso de dezenas de pescadores. É lá que é possível apreciar um pouco desta arte, ver os barcos e conhecer as histórias de quem faz do mar o seu ganha-pão.

Nesse sentido torna-se também imperativo visitar o Museu Municipal de Etnografia e História. As cenas da vida poveira - a faina, os modelos de barcos de pesca, as tradições, a religião e as crenças - são, sem dúvida, o ponto de maior interesse daquele espaço, que foi fundado no ano 1937.

No roteiro não pode também faltar uma visita à Cividade de Terroso, uma das mais importantes estações arqueológicas da cultura castreja do Noroeste Peninsular. Foi ocupada desde o séc. VIII a.C. até ao séc. III d.C. e trata-se de um local de interesse para o estudo do povoamento desta região. Um outro importante marco na história da cidade é, sem dúvida alguma, a igreja de São Pedro de Rates. Foi mandada construir no século XII pelos condes D. Henrique e D. Teresa, pais do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, e é um dos mais importantes edifícios da história da arquitetura românica no nosso país.

E ainda antes de abandonarmos a cidade, há tempo para visitar o aqueduto da Póvoa de Varzim. Chegou a contar com 999 arcos e, no século XVIII, era utilizado para transportar água entre Terroso e o Mosteiro de Santa Clara, em Vila do Conde. Trata-se de mais um monumento nacional que prova que a Póvoa de Varzim tem recantos à espera de serem descobertos.
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